O embate entre EUA e EI (Estado Islâmico) parece não ter fim, principalmente ao considerar que Barack Obama, o homem mais poderoso do mundo, solicitou ao Congresso apoio à proposta que aumenta o poderio militar contra o grupo jihadista, na quarta-feira, 11 de fevereiro.

Barack Obama e ataques aéreos

Na proposta defendida por Barack Obama no Congresso existe menos apoio para a ofensiva terrestre, como aconteceu em outras campanhas norte-americanas, como Iraque e Afeganistão, por exemplo, buscas que se tornaram custosas aos estadunidenses em mortes de soldados.

Em termos práticos, Obama defende a ideia dos ataques militares aéreos, não apenas no Iraque, como na Síria.

Publicidade
Publicidade

Porém, especialistas indicam que este significa um blefe do presidente norte-americano, ou seja, os EUA devem permanecer também ao campo terrestre, pelo menos quanto à inteligência.

No ano de 2008, um dos líderes do Hezbollah, Imad Mughniyah, foi morto na Síria após uma operação terrestre de inteligência entre EUA e Israel, que construíram uma bomba e a acionaram em conjunto (leia maiores informações deste caso ao clicar aqui).

Barack Obama em apuros

O presidente Barack Obama, no discurso em defesa da proposta de aumentar o poderio militar contra o EI, confessou que esta guerra não será fácil, mas tem certeza sobre o êxito da coalisão internacional em eliminar este terror, afinal, norte-americanos permanecem no ataque, enquanto o grupo jihadista está na defensiva.

Lembranças do passado!

Em termos práticos, evitar o ataque terrestre de modo direito é uma tática usada por norte-americanos desde a derrota do Vietnam.

Publicidade

Na ocasião, os Estados Unidos não conquistaram êxito, mesmo estando em constante ataque contra os vietcongues.

A Aliança Internacional, com liderança dos Estados Unidos, é um grupo com 60 países reunidos no sentido de lutar contra o EI. Desde o início da campanha, os aliados completaram 2 mil ataques aéreos.

Enquanto vítimas morrem por causa do conflito, como o piloto jordaniano, por exemplo, Barack Obama busca ajuda do Congresso na custosa luta contra o EI, enquanto o mundo aguarda com medo o local do próximo ataque terrorista. #Terrorismo