O chefe de polícia local iraquiana, Al-Obeidi, relatou a última atrocidade em Iraque: "os Militantes do Estado Islâmico queimaram 45 pessoas vivas na cidade iraquiana ocidental de Al-Baghdadi".

Não está claro quem eram as pessoas e por que eles foram mortas dessa forma brutal, embora Qasim Al-Obeidi acredita que alguns deles eram membros das forças de segurança iraquianas e portanto, tecnicamente não eram "civis inocentes".

O policial Al-Obeidi no seu comunicado acrescentou que um grupo de famílias de agentes de segurança e funcionários locais que vivem na área estava agora sob #Ataque, pedindo ao governo iraquiano e à comunidade internacional para enviar ajuda.

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Os relatórios vêm diretamente pelos terroristas, que chamam a si mesmos de "#Estado Islâmico". Os militantes, a semana passada, conquistaram grande parte da cidade iraquiana ocidental de Al-Baghdadi, uma das poucas cidades que ainda estava sendo controlada pelo governo iraquiano na província de Anbar. A cidade tinha sido sitiada durante meses pelo Estado Islâmico antes de finalmente cair em suas mãos na quinta-feira passada (12). Foi a primeira vez, nos últimos meses, que o EI conseguiu conquistar uma nova cidade, uma vez que o califado começou a sofrer ataques aéreos aliados ao longo das últimas semanas. 
Al-Baghdadi é uma cidade estratégica, dado que está posicionada perto da base aérea de Ain al-Asad. Oito homens-bomba tentaram se explodir na base militar iraquiana onde mais de 300 fuzileiros navais dos EUA estão treinando as tropas iraquianas, mas as forças iraquianas conseguiram repelir os militantes, com o apoio da Força Aérea dos EUA.

As informações não confirmadas vêm dias após o Estado Islâmico divulgar um vídeo que mostra supostamente as decapitações de 21 cristãos coptas egípcios ao longo de uma praia na Líbia e têm semelhanças com o vídeo publicado no início deste mês, mostrando militantes queimando vivo numa gaiola o piloto da força aérea da Jordânia, Muath al-Kasaesbeh, cujo avião caiu na Síria em dezembro 2014.

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Os assassinatos estão provocando clamor internacional, até o Papa Francisco expressou a sua opinião, dizendo que estas mortes são um ato "bárbaro". #Terrorismo