O extremismo religioso vem sendo discutido por ulemás e dignitários religiosos muçulmanos, como forma de encontrar uma solução contra o #Terrorismo. Foi realizado em Meca, na Arábia, um seminário de três dias, em que foi abordada a estruturação de uma nova reforma da educação para combater o fanatismo religioso por grupos extremistas.

O resultado do seminário, ao final, gerou um comunicado intitulado ‘O Islã e a Luta Antiterrorista’, que integrou as intenções dos religiosos e ulemás, das quais fazem parte doutores das leis e sábios. O comunicado foi organizado pela Liga Islâmica Mundial, que possui sede em Meca, das quais fazem parte as organizações não governamentais.

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Os Jihadistas, que fazem parte do grupo do #Estado Islâmico (EI), têm sido combatidos pela Arábia Saudita e por outros estados árabes, uma vez que grande parte dos atentados ocorre no Iraque, Líbia e na Síria. O extremismo religioso e a luta pelo terrorismo são vistos por representantes mundiais como uma importante questão a ser banida, uma vez que são consideradas sérias ameaças.

O comunicado elaborado evidencia o terrorismo como algo que não tem pátria nem #Religião, e que é injusto afirmar e acusar o Islã como um todo por grupos extremistas que não podem responder de forma generalizada, uma vez religiosos presentes no país não corroboram com a atitude praticada por grupos do Estado Islâmico.

O seminário teve início no domingo, na ocasião, estava presente uma das mais prestigiadas instituições sunitas do Islã, Al-Azhar, que fez um pedido aos países muçulmanos que colaborem para que os programas escolares sejam reformulados, de forma que o extremismo religioso possa ser extinto.

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Segundo a instituição, uma das fontes utilizadas de forma errônea é a má interpretação do Corão e da Suna aos aprendizes.

O extremismo religioso pode ser visto como um resultado histórico de formas excessivas de religião, a reforma dos roteiros escolares seria uma importante tentativa de banir e travar a prática de atos terroristas, declarou o xeque da instituição do Islã, Ahmed Al-Tayeb.