Depois o vídeo em que John, o Jihadista, mata o segundo refém japonês decapitando-o e ameaça o governo do sol nascente, o #Estado Islâmico continua com as barbaridades. O tenente jordaniano de 26 anos que foi capturado por militantes do Estado Islâmico no dia 24 de dezembro, depois que seu avião de combate F-16 foi abatido pelos terroristas, morreu.

Rita Katz, diretora do SITE (Search for International Terrorist Entities), uma organização que monitora a atividade jihadista na Internet, relata via Twitter: "Um novo vídeo de Estado Islâmico postado na web, mostra o piloto jordaniano refém dos jihadistas queimado vivo." Não havia indicação no vídeo de quando ele foi feito.

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As imagens mostram o refém, no clássico macacão laranja, com uma contusão sob o olho direito, enquanto pronuncia algumas frases. Nas imagens o homem está em pé a frente de um fundo preto onde estão penduradas algumas bandeiras dos países da coalizão anti-Estado Islâmico (incluindo o Canadá, França, EUA, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos e Jordânia). De repente a imagem passa a outra sequência onde o piloto da Jordânia está em pé na frente de um grupo de milícia armada alinhado, com o rosto descoberto. Na última sequência, vemos o refém em uma gaiola com o fogo que avança e a rodeia.

Os funcionários da Jordânia tentaram negociar com o Estado Islâmico, que exigiu a libertação de Sajida al- Rishawi, uma iraquiana encarcerada na Jordânia, por seu papel em um #Ataque de 2005 em Amman, capital do país.

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Mas, apesar do governo jordaniano concordar em liberar a terrorista Rishawi em troca do piloto - uma enorme concessão para o grupo - as negociações fracassaram porque o Estado Islâmico só pareceu disposto a libertar um refém japonês, e não o piloto.

Os 22 minutos e 34 segundos do vídeo atravessam um novo patamar de violência, até mesmo para o Estado Islâmico, que tem repetidamente decapitado reféns, incluindo três norte-americanos. #Terrorismo