Brasileiro é preso nos Estados Unidos depois de afirmar que atentaria contra a vida de frequentadores de uma sinagoga, em Miami Beach, na Flórida. O fato chamou a atenção da polícia do país, uma vez que Diego Chaar, de 24 anos, declarou que ‘cortaria a cabeça’ dos frequentadores do local.

A polícia também encontrou na página do facebook de Diego, uma declaração em que o mesmo afirmava que havia se convertido ao islamismo. Informações alegam que no sábado (7), durante a noite, quando Chaar passava pela frente da sinagoga, ele havia gritado ‘Allahu Akbar’, que em árabe quer dizer, ‘Deus é o maior’.

As pessoas que estavam presentes, no momento que Chaar passou e se pronunciou, haviam o ignorado, mas o jovem não recuou e ameaçou os presentes dizendo ‘cabeças seriam cortadas’.

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A polícia recebeu a denúncia por telefone e Diego foi interrogado e logo em seguida liberado. Contudo, o brasileiro retornou a sinagoga após uma hora depois de ser solto e voltou a ameaçar os presentes, e após mais uma denúncia, o jovem acabou sendo detido pela polícia novamente.

Chaar foi solto na terça-feira (10), alegando que o ato não representou uma ameaça, e sim, uma forma de converter os membros da sinagoga ao islã, segundo ele, essa é uma forma de salvá-los de ‘queimar para sempre no fogo eterno’.

Segundo informações da imprensa local, Chaar havia informado que as pessoas da sinagoga são boas pessoas, e por isso, sua intenção foi apenas uma forma de expressão para libertá-las. Segundo ele, a frase proferida não é nada do que as pessoas estão pensando, ressaltando que não existe nenhum outro Deus além de Allah, e que este é o maior.

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Contudo, para Pinchas Weberman, rabino da sinagoga, quando um inimigo faz um pronunciamento de vingança e ameaça as pessoas, afirmando que irá mata-las, é preocupante e alarmante. É necessário, segundo ele, tomar providências imediatas, para que tragédias não sejam cometidas, e que ameaças como estas, tornem-se concretizadas.

No mesmo dia Diego Chaar voltou a ser detido pela agência de imigração norte-americana.  #Terrorismo #Estado Islâmico #Violência