Especialistas chineses estão planejando a construção de um trem que deverá ser o mais rápido do mundo, viajando mais de 350 quilômetros por hora. Por sua velocidade, teria a capacidade de conectar facilmente a região da Mongólia Interior com o sul da #China, especificamente a região de Hainan. Esses dados preliminares foram relatados pela Comissão de Desenvolvimento e Reforma de Shaanxi, na China. Os construtores esperam que o trajeto do trem possa começar a ser construído em 2016 e a abertura está inicialmente prevista para 2020.

Ainda não foi completamente elucidado qual o comprimento exato desta ligação ferroviária, mas é esperado que seja quebrado o recorde dentro da China, que é cerca de 3000 km de carro de Baotou a Haikou.

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Com esta nova ligação, a China não só espera ter o maior trem do mundo, mas também superar a si mesma com o comprimento mais longo do mundo, que é bastante coerente com este que é o país mais populoso de todo o mundo.

O trem será construído na Mongólia, especificamente na cidade de Baotou, e espera-se começar a operar o trânsito através Hubei, Hunan, Guangxi, Guangdong, atingindo a cidade mais meridional da China, Hainan, onde é esperado que seja seu terminal.

As autoridades chinesas pretendem ser capazes de ajudar a melhorar o sistema de transporte do país com este trem, bem como fornecer aos turistas a opção de serem transportados sem dificuldade para as áreas mais remotas do país. Esta ligação irá abrir ao mundo uma China muitas vezes totalmente desconhecida pelos estrangeiros, mas muito fascinante.

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Um ponto que está sendo levado em conta é a parte ecológica, porque o trem estaria passando por províncias com o abastecimento de água importantes para o país asiático, tais como: o Rio Amarelo, Rio Yangtze e Mar do Sul da China. Portanto, a intenção é que esta ligação ferroviária afete o mínimo possível a ecologia destas províncias e esses centros de abastecimento de água. Tudo isso relatado de acordo com Deng Hongbing, que é o diretor do Centro para o Investimento e Economia Regional da Universidade China de Geociências.