A revista Times Higher Education (THE) divulgou hoje (11) o ranking com as melhores universidades do mundo. Para compor a lista, foram criados critérios para julgar a reputação acadêmica. A revista é uma das referências mais renomadas do mundo em medir a qualidade do ensino superior em instituições. A Universidade de São Paulo (USP) foi a única instituição brasileira presente na lista. Entre as dez primeiras colocadas, oito universidades são dos Estados Unidos. As duas restantes são do Reino Unido.

Para criar a lista, a revista considera atração de alunos e professores e participação em projetos de pesquisa internacionais, por exemplo, classificados em um sistema de pontos.

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Para chegar ao resultado final, foram analisadas pouco mais de 10.500 respostas de especialistas de 142 países. No ranking das 100 melhores universidades, aparecem representantes de 21 países. Apenas dos Estados Unidos, há 43 universidades, quase metade da lista. 

O primeiro lugar da lista foi para a Universidade de Harvard (Estados Unidos). Em segunda lugar, veio a Universidade de Cambridge (Reino Unido). Em terceiro, a Universidade de Oxford (Reino Unido). Em quarto e quinto, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Universidade de Stanford, ambos dos Estados Unidos. A primeira instituição de fora desses dois países foi a Universidade de Tokyo (Japão), que apareceu em 12º lugar.

A lista especifica o ranking até o 50º lugar. Depois dele, as instituições são agrupadas em grupos de dez até o 100º lugar.

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Apesar de estar passando por uma crise financeira, a USP conseguiu melhorar sua posição com relação ao ano passado. Em 2014, ela estava no patamar 81-90. Nesse ano, passou para o patamar 51-60. Além da USP, a única instituição da América Latina a aparecer na lista foi a Universidade Autônoma do México, que entrou no patamar 71-80 e ganhou lugar no ranking pela primeira vez. 

De acordo com o editor da Times Higher Education, Phil Baty, o que ajudou a melhorar a colocação da USP foi uma mudança metodológica. De acordo com ele, programas como o Ciências Sem Fronteiras ajudou a fortalecer laços de instituições estrangeiras com país, além de um maior número de respostas de especialistas da América do Sul, já que o Brasil ganhou mais atenção global nos últimos tempos.  #Educação