Em seis meses de conflito entre o #Estado Islâmico e a coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, 1.953 pessoas acabaram morrendo. Além dos mortos, centenas de outros cidadãos ficaram feridos. As informações são do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, na qual foram noticiadas nesta segunda-feira (23).

Foram contados apenas as estatísticas dos bombardeios realizadas pelos Estados Unidos e aliados. Segundo o levantamento, ao menos 66 dos mortos eram civis, sendo que 10 eram crianças e seis eram mulheres. Os dados dizem que 1.796 mortos pertenciam ao grupo terrorista e outros 90 faziam parte da Al Qaeda da Síria, outra repartição terrorista.

Ao final do relatório, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos informa que o número de mortos deve ser mais elevado. Porém, as áreas controladas pelo Estado Islâmico são de difícil acesso, o que dificulta na contagem das vítimas fatais e também das pessoas feridas.

Presos recrutadores na Indonésia

Ontem cinco homens foram presos na Indonésia. Segundo a polícia antiterrorista do local, os suspeitos são acusados de tentar recrutar pessoas para se juntar aos terroristas. Ainda de acordo com as autoridades, os principais alvos dos recrutadores eram mulheres e crianças.

Segundo informações, os suspeitos teriam conseguido recrutar 16 pessoas. Mas, todas foram presas no início do mês na Turquia, quando tentavam viajar para o Iraque e para Síria, com o objetivo de se juntar ao Estado Islâmico.

As autoridades da Indonésia também informaram que o grupo estava no país para recolher fundos para o EI. Para completar, o governo do país informou que 500 cidadãos locais estão lutando junto com o Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

A morte de jovem português

No último final de semana, contas das redes sociais ligadas ao Estado Islâmico anunciaram a morte do jovem português, Abu al-Faruq, de 15 anos. O jovem seria filho de um comandante português do Estado Islâmico. Segundo informações, al-Faruq teria deixado Portugal para se juntar ao Estado Islâmico na guerra. O pai do jovem, Abu al-Portughali, também teve a morte anunciada, mas ainda no início deste mês.

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