Foram publicadas neste domingo (20), ameaças de um grupo de hackers que afirma ser jihadista do #Estado Islâmico (EI), à cem militares americanos. Trata-se de uma suposta lista na qual constam nomes e endereços de oficiais americanos que segundo eles, serão assassinados. A publicação foi feita na internet e foi informada pelo SITE - centro americano de vigilância de sites islamitas. O referido grupo apresentou-se como "Divisão de hackers do Estado Islâmico".

As informações postadas são sobre vários oficiais de diferentes divisões do exército dos Estados Unidos, inclusive com foto e suas respectivas graduações. O grupo afirma ter hackeado as informações de e-mails do governo, base de dados e servidores.

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Segundo o grupo, houve a participação desses cem militares na guerra contra o Estado Islâmico, na Síria, no Iraque e no Iêmen.

O Departamento Americano de Defesa e o FBI foram contatados pelo jornal The New York Times e alegaram saber das ameaças, afirmando já estar investigando o caso. Mas o jornal traz uma informação no mínimo curiosa, de que foi afirmado por uma fonte militar que os dados publicados são de acesso livre ao público e de que não há sinal de que os servidores do Governo tenham sido hackeados. Há ainda a informação de quem nem todos os militares que constam na lista tiveram participação nos ataques  dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico, segundo o jornal.

De qualquer forma, o Comando dos Marines americanos solicitou que seus oficiais mantenham-se vigilantes e cautelosos.

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O tenente-coronel John Waldwell enviou um comunicado onde pediu aos marines e seus familiares que verifiquem seus perfis em redes sociais e tudo que tiver na internet a fim de que o acesso às informações pessoais sejam limitados. Waldwell declarou ainda que continua sendo prioridade para os comandante e demais membros, a vigilância e a proteção da força.

Como precaução e cuidado com seus membros, o Comando dos Marines fará uma visita individual à cada um dos militares listados, mesmo com as dúvidas que pairam sobre as ameças, informou o tenente-coronel John Waldwell. #Terrorismo