Nos últimos anos, empresas de aviação em todo o mundo têm enfrentado diversos problemas, seja com reclamações de malas extraviadas, aeroportos sem infra-estrutura e em casos mais extremos, quedas de vários aviões, sem qualquer explicação plausível. Quem ainda lembra da aeronave desaparecida da Malaysia Airlines? O caso se repete com a empresa de aviação Germanwings, contudo, desta vez, a história pode ter uma reviravolta assustadora. Autoridades responsáveis pela averiguação do acidente acreditam que o Copiloto, formado na própria empresa, pode ter feito o avião cair deliberadamente.

Andreas Lubitz, copiloto da Germanwiings, tinha mais de 630 horas de voo e foi contratado em 2013 pela Lufthansa.

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Ele não tinha um perfil psicológico instável e nem possíveis ligações terroristas. Através de áudios gravados pela torre de comando, o copiloto estava conversando normalmente com o piloto durante o voo e não apresentava nenhum sinal de desequilíbrio ou stress. Até que numa hora, o piloto saiu da cabine e quando tentou voltar, não conseguiu entrar na cabine de comando. Ele primeiro bateu na porta levemente, depois voltou a insistir, logo em seguida, num ataque de fúria, por não conseguir entrar, começou a agir de forma violenta contra a porta, na tentativa de abri-la, seu colega foi chamado diversas vezes, contudo, não houve êxito no pedido e recusa na abertura da porta.

Sem resposta por parte de Andreas, ouvem-se os gritos dos passageiros e o avião entra em queda livre bruscamente. Ainda no áudio, a respiração do copiloto está normal e sem alterações, o que descarta a hipótese de um mal súbito como um AVC.

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Assim, as autoridades que investigam o caso, classificaram como um "Homicídio Coletivo", já que ele tinha nas mãos mais de 150 vidas e optou por jogar o avião contra as montanhas.

Foi descartada a possibilidade do avião ter sofrido alguma pane elétrica, ou explodido no ar, já que ele se chocou direto contra as montanhas e por comando do Copiloto. O avião bateu nas rochas, estando a uma velocidade de mais de 700 quilômetros por hora, e durante a colisão, praticamente se desintegrou, o que dificulta ainda mais o resgate dos corpos, ou, o que sobrou deles. Outra dificuldade no resgate dos corpos é o local, considerado de difícil acesso.