Estado Islâmico choca o mundo mais uma vez, ao revelar prática de canibalismo com os prisioneiros. A revelação é de um sobrevivente, que declarou que em uma destas crueldades cometidas, uma mulher foi surpreendida ao saber que havia sido alimentada com a carne do próprio filho. Um ex-combatente britânico, que viajou para lutar contra o Estado Islâmico e retornou com vida, relatou uma história um tanto macabra, relembrando que durante o período de combate, ele presenciou seu próprio primo sendo morto, queimado em uma fogueira, construída especialmente para matar inimigos. 

Yasir Abdulla, de 36 anos, relatou crueldades cometidas pelo EI que tornam-se, sem dúvida, as piores já relatadas por qualquer outro sobrevivente.

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Segundo Yasir, uma mulher idosa teve seu filho sequestrado, e por conta disso, viajou a pé pelo deserto, até o QG do Estado Islâmico, local onde supostamente seu filho estaria aprisionado. Ao chegar ao local, ao invés de ser recepcionada de forma agressiva e hostil, como esperava, ela foi recebida com pães e água. O único objetivo da mulher era rever o filho e pedir clemência pela vida dele. Contudo, os terroristas lhe disseram que em breve seu filho seria liberado e ela poderia voltar a vê-lo.

Numa atitude inesperada, a idosa foi presenteada com um prato de sopa, com carne e arroz, além de água. A ocasião causou estranheza, mas a mulher, esperançosa em encontrar seu filho, não exitou em alimentar-se com o que lhe haviam oferecido.

A idosa chegou a comentar que eles pareciam ser muito amáveis, e que embora soubesse do perigo que estava sujeita, até o momento, nada lhe havia acontecido, muito pelo contrário, haviam lhe tratado muito bem.

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Mas, quando ela perguntou onde estaria o seu filho,  os terroristas gargalharam ao serem questionados, respondendo: 'Ele está na sua barriga, você acabou de comê-lo'.

Não há notícias posteriores que relatem qual foi o destino da mulher. Contudo, relatos revelam que as crueldades são inúmeras,  crianças também são punidas de forma barbárie, as que não aceitam serem recrutadas e treinadas para servirem o grupo terroristas, são condenadas a morte e assassinadas. #Terrorismo