Nesta quinta-feira, 02 de abril, a organização terrorista Al Qaeda realizou uma série de ataques violentos no leste do Iêmen. Foram atacados o Palácio Republicano, residência do presidente quando vai à região, a sede da Prefeitura, o porto marítimo e a sede da rádio estatal. Entre os atentados, destaca-se o realizado contra o presídio de Al Mulak, onde mais de 300 detentos foram libertos.

De acordo com as informações que chegam do país, divulgadas pela mídia internacional, na ação de #Ataque contra a penitenciária, cerca de doze pessoas foram mortas, sendo quatro guardas, cinco presos e três terroristas. Ainda segundo as informações recebidas, muitos dos libertos seriam integrantes da própria organização terrorista.

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Entre os foragidos, se encontra o dirigente terrorista, Khaled Said Batarf, preso por organizar uma série de atentados violentos no país. As ações contaram com a utilização de muitos explosivos, metralhadores e lança-granadas. Os militantes radicais também atacaram a delegacia de Al Nayda, com carros-bomba e explosivos.

Até o momento, não há informações sobre a quantidade de vítimas no local, entretanto, segundo rumores, supõe-se que os números ultrapassem uma centena de pessoas. Como resposta, o exército do Iêmen enviou tropas à cidade, a fim de fazer frente ao ataque. Ontem, 1º de abril, o ministro das Relações Exteriores do país, Ryad Yasin, refugiado em Riad, solicitou o envio de tropas terrestres por parte da coalizão internacional, liderada pela Arábia Saudita, que combate os rebeldes xiitas no Iêmen.

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De acordo com ele, é possível que os bombardeios aéreos se tornem ineficientes ao longo do tempo.

O pedido de Yasin é reforçado pela preocupação da ONU e de ONG's, que alertam para o aumento de mortes de civis nos ataques aéreos realizados no Iêmen. O ministro afirma que o envio de tropas terrestres seria capaz de diminuir o número de morte de civis e facilitaria a entrada de ajuda humanitária no país.

As informações foram retiradas da revista Veja, em sua edição online. #Violência