Quem recebe a notícia de uma doença cancerígena sabe que o momento não é fácil, principalmente quando os médicos falam sobre expectativa de vida, tempo restante e acabam com o pouco de esperança que ainda existia. O que normalmente acontece bastante, já que é predominante a descoberta da doença com um estágio já avançado.

Médicos erram no diagnóstico, exames de biópsia são realizados, endoscopias, radiologias e uma série de outras ações são feitas, ainda sim, dependendo de pessoa para pessoa, as coisas podem ser tardes. A doença parece ser mais forte que os recursos. Porém, essa história pode inverter com uma novidade criada por uma brasileira.

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Priscila Monteiro Kosaka tem 35 anos e é doutora em química. Faz parte do Instituto de Microeletrônica de Madri, na Espanha.

Ela criou um sensor ultrassensível que, com uma amostra de sangue, pode descobrir o câncer, não sendo necessário biópsia ou procedimentos que são agressivos. O sensor é inovador, pois utiliza uma amostra pequena de sangue, coisa que nenhum outro dispositivo conseguia realizar.

Quando o sensor intercepta a presença da doença, eles reagem e ficam mais pesados, mudando a cor das partículas e fazendo brilhar. Ele possui taxa de erro de dois a cada dez mil.

Ele também detecta a doença de alzheimer e ajuda no diagnóstico da hepatite, mais uma vez contribuindo com a vida de milhares de pessoas que não tem como prever as doenças, igualmente ruins.

Infelizmente, a previsão para chegar ao mercado é de dez anos, pois ainda há algumas falhas que devem ser aperfeiçoadas.

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O custo no mercado deve ser baixo para que todos tenham acesso a ele em meio de exames de rotina.

O tempo é um problema para quem é portador de uma doença que avança rapidamente, por isso que melhoras na tecnologia são estudadas, pesquisadas e futuramente realizadas, para que pessoas não tenham o trauma de passar por momentos difíceis com essas doenças, para que o tempo não seja mais um inimigo, uma palavra que dá medo.

Enquanto não chega no mercado, a melhor medida é ficar atento aos sinais possíveis que o corpo dá. #Inovação