O grupo de fiscalização Judicial Watch, informou que uma base de jihadistas teria sido montada há oito quilômetros do Estado americano, em um local repleto de traficantes e gangues que disputam o domínio da venda de drogas.

As autoridades mexicanas foram as primeiras a reportar o caso, mas as líderes internacionais não deram muita atenção. As informações afirmam que o #Estado Islâmico está trabalhando em conjunto com o Cartel de Juarez, em Anapra, Chihuahua. O objetivo islâmico seria a fronteira entre o México e os Estados Unidos, entre Ocala e Fort Hancock, no estado americano do Texas.

Embora a informação tenha se alastrado pelo mundo, inclusive com matéria no jornal britânico The Independent, as agências de segurança dos Estados Unidos têm negado os relatos de que o grupo terrorista estabeleceu uma base no norte do México.

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Embora não tenham se pronunciado a respeito, tudo indica que seja uma tática da inteligência americana para confirmar as informações e tentar agir preventivamente quanto a algum ato dos radicais islâmicos.

Especialistas acreditam que essa seja uma informação falsa, mas que é tão prejudicial quanto se fosse real, pois uma das táticas do Estado Islâmico de transferir atenções para agir, é justamente de aprovar que alegações falsas sejam propagadas, gerando terror no lugar errado.

O Estado Islâmico tem se tornado foco de noticiários nos últimos anos, onde desde os ataques terroristas de 2001, diversos grupos têm se espalhado pela Europa propagando medo e destruição. Os jihadistas tem sequestrado e executado dezenas de judeus, cristãos e jornalistas.

O grupo também tem sequestrado mulheres e as tomado como esposas.

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Muitas dessas mulheres são adolescentes ou crianças. Na semana passada, foi divulgado que cerca de duzentas pessoas sequestradas em junho do ano passado pelo grupo terroristas haviam sido libertas na Síria. Dentre as vítimas, estava uma menina de nove anos de idade que foi violentada por dez jihadistas e que estaria grávida, além de severamente traumatizada física e psicologicamente. Quem teve contato com a criança afirma que ela é tão pequena e jovem que provavelmente não sobreviverá a um parto. #Terrorismo