O National Geographic Museum (Washington) estreia a exposição Indiana Jones and the Adventure of Archaeology, um espetáculo interativo. Colabora com a iniciativa a produtora de George Lucas, proprietário do personagem, e o prestigiado Penn Museu de Arqueologia. "Indy é a história cool mais científica", dizem os organizadores da exposição que vai de 14 de maio de 2015 até 03 de janeiro de 2016.

Para ver o único arqueólogo com chicote e medo de cobras (ofidiofobia), os visitantes da exposição podem adquirir ingressos que chegam a custar até 15 dólares. 

O doutor Henry Walton "Indiana" Jones Júnior, chamado de Indy pelos íntimos, nos leva há quase três décadas e meia, desde 1981, a sonhar com mistérios, artefatos arqueológicos e mitologias.

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Indy é um dos mais onipresentes personagens pop dos séculos 20 e 21. Indiana Jones possui Twitter e uma Wiki labiríntica que parece uma caverna de alguma civilização perdida. Agora, Jones tem um site com interações didáticas com buscas aos tesouros e sua própria exposição repleta de adereços, figurinos, conceitos da direção de arte, maquetes e artefatos originais de todos os filmes: Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) e Indiana Jones e a Última Cruzada (1989).

Resultado de uma parceria da National Geographic com a Lucasfilm, a exposição tem shows interativos e emocionantes que desperta no público de todas as idades, especialmente as crianças, o desejo de "ser como Indy". Com a ideia de apresentar a arqueologia como uma disciplina emocionante e aberta a aventuras, com lugares, sítios e pesquisadores reais que inspiraram roteiristas dos filmes de Indiana Jones, a exposição traz o personagem que revigorou o interesse pela arqueologia em todo o mundo e "influenciou cientistas", segundo a diretora responsável pelas exposições da National Geographic, Kathryn Keane. "A National Geographic apoia e informa sobre o trabalho dos Indianas Jones de carne e osso há mais de cem anos.

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A exposição é uma grande oportunidade para falar sobre algumas das histórias fascinantes de nosso passado e inspirar os futuros Indianas Jones", acrescenta Keane.

O fascínio que o personagem da ficção oferece é a "plataforma perfeita para falar dos arqueólogos reais e do que eles fazem", dizem os organizadores, que prometem aos visitantes "uma combinação da magia de Hollywood, da história e da ciência". Com uma montagem inovadora desenhada pela empresa canadense de desenvolvimento de exposições imersivas e interativas X3 Produções, a mostra reúne materiais das coleções dos três museus: o Lucas Museum of Narrative Art (vestuários, fotografias inéditas, storyboards,...), a National Geographic Society (imagens, vídeos e reportagens) e o Penn Museum da Universidade da Pensilvânia (material arqueológico).

Montado como uma "aventura multimídia pelo apaixonante mundo do Doutor Jones", os visitantes adentram salas utilizando um dispositivo interativo que, além de uma saudação de boas-vindas de Harrison Ford, permite acesso aos conteúdos audiovisuais para ajudar na navegação do Indy Trail (Caminho do Indy) por vários sítios arqueológicos.

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A exposição "elucida mitos associados com famosas relíquias da ficção" que têm desempenhado papéis fundamentais nos filmes, por exemplo, a "Arca da Aliança" e o "Santo Graal", e explora lugares míticos onde foi desenvolvida a ação, como Akator e Mayapore

Para uma experiência online que permite aproximar-se do conteúdo da mostra, tem o site multimídia com várias seções: a caça ao tesouro, mergulho no passado, a investigação e resolver o mistério.  #Entretenimento #Cinema #Filme