O mundo presenciou, dia 12 de maio, a onda de terremotos que afligiu o #Nepal, um país asiático da região próximo à cordilheira do Himalaia, localizado entre a Índia e a China, que tem a cidade Katmandu como capital. Conhecido como "o topo do mundo", devido às grandes montanhas como o Monte Everest o ponto mais alto da Terra de mais de 8 mil metros. Possui um clima predominante tropical ao sul, temperado nos vales e frio nas montanhas influenciado pelas características do relevo. Motivo também, da ocorrência de inúmeras inundações de rios na temporada climática de monção, estação definida como chuvosa, causando numerosas e violentas precipitações na região.

Na avaliação dos geólogos, ao longo de décadas o país vem sendo atingido por inúmeros tremores, movendo a terra em alguns centímetros.

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As características geográficas e climáticas de Nepal são devido à proximidade com as montanhas, sofrendo assim, influências dos inúmeros eventos formados pela natureza ocorridos nas últimas duas décadas. Em razão disso, o estado apresenta um alto índice de densidade demográfica, 180 hab/km2 e uma população estimada em cerca de 30 milhões de habitantes. Com uma #História marcada por grandes catástrofes, os moradores, até hoje, sofrem para sair da pobreza e da alta taxa de analfabetismo, segundo dados da ONU - Organização das Nações Unidas.

Quanto ao cenário político, desde 2008, o Nepal se transformou em uma república parlamentarista, após um ajuste de conciliação entre os partidos políticos e os grupos guerrilheiros rebeldes. O nepalês Ram Baran Yadav é o atual presidente e Madhav Kumar, Primeiro-ministro.

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Embora outrora governado por uma monarquia absoluta em grande parte de sua história, os nepaleses, mesmo assolados por tantas tragédias, depositam suas esperanças de melhoria de vida na república parlamentarista. Vale lembrar que a mudança do regime político foi motivada pela crescente insatisfação da população em relação ao exagero no autoritarismo do último Rei.

Na capital Katmandu, onde a economia é baseada na agricultura e turismo, o governo pretende diversificar o sistema econômico para reconstruir a cidade, recuperar edifícios públicos, escolas e a infraestrutura em poucos anos, depois de devastada por forte tremor, de magnitude 7,8 na escala Richter, matando milhares de pessoas.

É somente com os esforços das autoridades e dos nepaleses, para superar todos os obstáculos, independente, da cultura variada de diversidade religiosa existente entre a nação, onde a maior parte da população é hinduísta representada por muitos costumes, crenças e tradições. Entretanto, não se pode esquecer, das influências budistas, muçulmanos, Kirant, cristãos católicos e protestantes, necessárias e importantes para a reconstrução de um país de um povo abatido, mas não destruído. #Terremoto