O número de mortos militantes do #Estado Islâmico nos últimos confrontos é de 32, sendo que 4 seriam líderes dos insurgentes, informou o grupo que realiza o monitoramento da guerra na Síria.

Os rebeldes foram mortos pelos ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos, que desde a sexta-feira (15), estão investindo com as forças especiais militares contra o grupo extremista, que tomou novamente o leste da Síria. 

Na operação realizada pelos Estados Unidos, após autorização do presidente Barack Obama, foi morto um dos líderes do EI, Abu Sayyyaf, que supervisionava os campos de petróleo e exercia planejamento militar. Sayyaf era de origem tunisiana e executava contrabando de petróleo e gás para levantar fundos monetários para o grupo terrorista.

A esposa de Abu Sayyaf, Umm Sayyaf foi presa, sob acusação de cumplicidade e participação na administração do petróleo e gás, e do dinheiro desviado.

No local do ataque também foi encontrada uma mulher da minoria yazidi, grupo religioso perseguido pelo autodenominado grupo sunita Estado Islâmico, que entende que os yazidis são "adoradores do demônio", dentre outras versões antigas e preconceituosas, que deram origem a um verdadeiro massacre contra essa minoria, que hoje vive refugiada, em situação de extrema precariedade, nas montanhas do noroeste do Iraque.

Segundo informações de funcionários do governo americano, os aviões militares que sobrevoaram a região lançaram água, comida e outros suprimentos de primeira necessidade para o grupo yazidi, que deixaram suas aldeias, tentando escapar do grupo que vem espalhando morte e terror.  #Terrorismo

O grupo jihadista EI agora marcha para a Síria, o que levou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama a autorizar o ataque imediato aos postos ocupados pelos insurgentes, após reunião com seus conselheiros, 
A Síria, cujo Observatório para Direitos Humanos é localizado na Grã-Bretanha, está coletando informações com as fontes que estão infiltradas na região.


Segundo um oficial dos EUA, cerca de doze combatentes foram mortos no ataque. O Observatório Sírio para Direitos Humanos, grupo com sede na Grã-Bretanha, reúne suas informações de fontes que estão na região.