Além de belas praias, um clima ameno e inúmeras opções de gastronomia e para se divertir na noite, algo que Miami oferece em quantidade cada vez em maior são oportunidades de investimento e compra de imóveis. A oferta de fato tem chamado muito a atenção dos brasileiros que, insatisfeitos com o atual governo, têm voltado os olhos para essa fascinante cidade norte-americana. A seguir conheça algumas das vantagens em se adquirir um imóvel em Miami.


As vantagens

A partir de 2007, após o estouro da bolha imobiliária, ficou mais acessível para brasileiros adquirir uma propriedade em Miami. Com a queda de preços, muitos brasileiros passaram não só a sonhar com férias na Flórida, mas com a possibilidade de ter uma propriedade naquele estado.


As vantagens de se ter um imóvel em Miami começam pela cidade. Miami é bastante segura para os padrões brasileiros, agradável e bonita. Outra vantagem da cidade é a facilidade na hora da compra. Não é necessário possuir cidadania norte-americana nem um Green Card: basta ter um passaporte e um visto para entrada no país (mesmo que seja de turista).


Os preços são a próxima tentação. Segundo um corretor que trabalha há mais de 25 anos na área imobiliária do local, pode-se conseguir um apartamento com dois quartos por um preço médio de R$ 360,3 mil. Isso, quando comparado aos grandes centros urbanos brasileiros, acaba sendo uma grande vantagem. Não é difícil entender por que novos projetos de habitação não param de ser iniciados na cidade. São mais de 170 projetos que estão em andamento na região atualmente.


Alguma cautela é necessária

Apesar da oferta de preços altamente atrativos, é preciso saber que investir no exterior requer alguns cuidados. O primeiro é atentar para o profissional que se contrata. É de grande importância que o profissional responsável pelo trâmite da compra seja credenciado e tenha boas referências. Todos sabem que esses casos podem ser trabalhosos até na cidade em que se mora, quanto mais no exterior. Além dessa medida, outra que merece atenção redobrada é a questão da documentação.


Precisa-se adequar os documentos para o tipo específico de transação, de financiamento e hipoteca. O ideal é ter alguém de confiança para intermediar as transações, já que na maioria dos casos é preciso fazer depósitos prévios. Além disso, deve-se procurar deixar tudo registrado, de emails a documentos em cartório.
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