A austeridade proposta pelo #Governo inglês foi objeto de protesto. A manifestação ocorreu no último sábado, 20. O local de efetivação foram as ruas de Londres. As pessoas portavam cartazes e gritavam contra medidas políticas. O objetivo foi denunciar a política de austeridade do governo conservador de David Cameron.

Menos de dois meses depois de vencer as eleições, Cameron enfrenta a ira popular. Por que isto aconteceu? Quando propôs a austeridade para combater problemas financeiros que assolam a comunidade europeia, ele não teve seus argumentos aceitos pela população.

Foram milhares de pessoas em marcha. A palavra de ordem era a desobediência civil já proposta por Henry David Thoreau (sempre lembrado).

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A assembléia do povo se colocou em alerta e sinalizou para seus participantes uma grande manifestação de protesto que, segundo os manifestantes, deverá dar início a uma campanha extensiva de protestos, greves e outras ações.

A reclamação pleiteia que a austeridade não funciona (sic), coloca negativas aos cortes orçamentários e grita "fora aos tories" - os conservadores ingleses. Os participantes da assembleia consideram que os cortes propostos pelo governo têm efeitos dramáticos sobre a sociedade britânica, no que ganham o apoio de Sian Bloor, uma professora de escola primária, que considera que as crianças frequentam a escola com medo de serem expulsas de suas próprias casas, porque auxílios sociais foram suspensos. 

Russel Brand e Charlote Church, astros famosos, se perfilaram junto aos manifestantes.

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Outros membros da sociedade inglesa também juntam seus protestos. A política do governante reeleito acusa a política financeira como anti-social, mas são os cortes previstos em ações sociais, estimados em 13 bilhões de libras esterlinas, que causam maior revolta no povo. 

Nossos políticos já têm experiência nisto. A coisa está estabelecida como uma queda de braço entre o governo e a assembleia do povo. Quem irá ganhar não se sabe, mas quem vai perder já está definido: o povo inglês, mais uma vez sujeito à incompetência política, que coloca praticamente toda a economia europeia em estado de alerta. #Europa #Reforma política