Aconteceu neste domingo, 26, mais um #Ataque terrorista - dessa vez, na capital da Somália. O alvo foi o hotel Jazeera, em Mogadíscio, que fica situado no leste da África. A tragédia deixou seis mortos. O hotel fica situado próximo ao edifício da ONU e hospeda delegações estrangeiras e expatriados. Após o ataque, as cenas eram de horror, com pedaços de carros e corpos espalhados por toda parte. A ação foi realizada por um suicida que detonou muitas bombas no local. 

A maioria dos mortos eram funcionários e faziam a segurança do hotel. Mohamed Jama disse que é provável que esse número aumente nas próximas horas. O presidente da Somália, Hasan Sheik Mohamud, manifestou condolência às famílias dos mortos e disse que foi um ataque terrorista odioso.

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A Casa Branca condenou o atentado e disse que foi uma crueldade do grupo ao atingir os inocentes.

Segundo testemunhas, um suicida realizou toda a ação. O homem parou o carro em frente ao hotel e detonou todas as bombas. "A ação foi muito rápida", afirmaram as pessoas que estavam próxima ao local. O grupo radical islâmico al-Shabaab confessou a autoria do atentado e disse que isso foi uma resposta aos ataques aéreos feitos pelo presidente da Somália contra seus membros.

No sábado, 25, um parlamentar e seus dois guarda-costas foram mortos pelo grupo al-Shabaab. O atentado ocorreu no último dia da visita de Barack Obama ao Quênia - o presidente seguiu para a vizinha Etiópia. Um dos principais temas que constava na agenda do presidente era a união dos países do Quênia e dos EUA contra o grupo al-Shabaab.

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Ele havia afirmado, um dia antes do atentado, que o grupo perdera força.

O líder americano declarou que o grupo de terroristas estava debilitado por uns meses. O governo havia recuperado o controle de importantes cidades, mas a milícia perdeu o controle sobre as estratégias.

O al-Shabbab é um grupo terrorista islamita que tem controle sobre aproximadamente um terço da Somália. Se tornou popular ao prometer estabilidade e segurança após anos de violência. #Terrorismo