O autodenominado grupo terrorista #Estado Islâmico (EI) segue desrespeitando os limites mais básicos da humanidade. A nova barbárie da organização envolve um bebê órfão, que foi utilizado como parte do treinamento de técnicas e mecanismos de explosivos. O recém-nascido foi explodido pelos combatentes em treino.

Segundo informações obtidas junto ao responsável do comitê de segurança de Diyala, uma das 18 províncias do Iraque, Sadiq al-Husseini, os jihadistas fizeram o bebê de cobaia depois de assassinarei o seu pai, que era opositor ao EI.

"As informações que temos dão conta de que o treinamento usando a criança foi uma missão de teste para ensinar elementos e formas de explosivos para novos combatentes do grupo.

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Infelizmente, não há o menor respeito com relação aos valores mais básicos do ser humano", salientou al-Husseini ao site IraqiNews.

O bebê havia sido tirado da guarda de sua mãe tão logo a morte do pai, que foi brutalmente assassinado por combatentes do EI. O pai da criança seria um soldado que já havia matado inúmeros jihadistas, o que motivou uma maior crueldade do grupo. O bebê foi morto há poucas semanas em ash-Sharqat, área completamente dominada pela organização terrorista ao norte do Iraque.

Não é a primeira vez que recém-nascidos são vítimas das atrocidades dos jihadistas. Ainda no final do ano passado, circularam nas redes sociais imagens de um clérigo do EI esmagando com os pés um bebê nascido de pais cristãos até a morte. Embora a veracidade do conteúdo não tenha sido confirmada à época, a comoção popular em razão da crueldade das fotos atingiu enormes proporções.

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Desde a primeira aparição com maior destaque, na decapitação do jornalista americano James Foley em agosto de 2014, o Estado Islâmico tem colecionado execuções que chamam a atenção pelos elevados níveis de crueldade. No início do ano, um piloto da Jordânia foi queimado vivo depois de ter sido capturado. Em junho, quatro espiões foram preso em uma jaula e submersa em uma piscina, afogando o grupo. #Terrorismo