A ação coletiva de investidores contra a #Petrobras tem avançado nos Estados Unidos. O juiz americano que cuida do caso disse que o processo terá continuidade. O juiz decretou que todas partes mostrem o cronograma do processo, que inclui a fase probatória, até o dia 15 de julho de 2015. O caso precisa estar pronto para julgamento até o dia 1º de fevereiro de 2016.

A Petrobras solicitou dispensa da ação no mês de junho, no entanto o juiz Jed Rakoff disse que decidiria em duas semanas. E sua resposta foi não.

Ao todo são cinco ações contra a Petrobras nos Estados Unidos, sobre o escândalo bilionário de #Corrupção na estatal.

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Uma vergonha para o Brasil e para quem acreditou na seriedade da empresa durante muitos anos. Segundo os investidores internacionais, US$ 98 bilhões de ações e títulos da Petrobras foram inflados de forma mentirosa e fraudulenta. Eles também tem certeza que os diretores da empresa deveriam saber do que acontecia dentro da empresa. E que seria impossível não saber dos casos de corrupção dentro da estatal.

Uma nota do escritório Pomerantz, que representa os investidores, reclamam dos prejuízos milionários que seus acionistas tiveram.

A Corte acordou em permitir a resolução por arbitragem da disputa pelas ações de títulos feitos nos EUA no ano de 2012, que já prescreveram. Entretanto, as outras acusações terão continuidade e serão julgadas em Nova York. O advogado Jeremy Lieberman, que lidera a ação, disse que os executivos da Petrobras tinham conhecimento de como funcionava o esquema de corrupção.

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Ele fala no nome dos ex-presidentes da companhia Graça Foster e José Sérgio Gabrielli, envolvidos na Operação Lava Jato da Polícia Federal do Brasil.

A acusação contra a estatal brasileira é de que os atos e números fraudulentos e manipulados afetaram agentes do mercado americano e que precisam ser julgados no próprio país.

Nessa fase do processo, a acusação começará apresentar as provas das fraudes. O objetivo dos investidores, que foram lesados, é recuperar os valores perdidos em ações durante o governo dos petistas: Lula e Dilma Rousseff. #Crise