De acordo com informações obtidas junto ao site "Daily Mail", membros do grupo terrorista autoproclamado #Estado Islâmico (EI) assassinaram brutalmente 19 mulheres que se recusaram a fazer sexo com combatentes da organização. Um oficial curdo afirmou ainda que as mulheres estavam sendo mantidas reféns em áreas dominadas pelo EI em Mosul, no Iraque, região em que o grupo ocupa desde o meio do ano passado.

A Organização das Nações Unidas (ONU) mantém a preocupação com relação ao comércio de sexo que as lideranças do grupo estão difundindo. Um enviado especial da entidade investiga a maneira como é feita as "negociações", que chegam a colocar "meninas sendo negociadas como se fossem barris de gasolina".

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Comenta-se que as jovens podem ser compradas por até seis homens distintos.

Documentos encontrados em cidades dominadas pelo EI indicam que os extremistas revelam detalhes das vendas de crianças do sexo feminino de 1 a 9 anos. Elas pertencem à comunidade Yazidi. Também no ano passado, terroristas invadiram o distrito de Sinjar, localizado ao norte do Iraque, e capturaram centenas de mulheres dessa etnia. Os jihadistas consideram essas mulheres como "hereges".

Relatos das escravas sexuais que, por algum meio, conseguiram se afastar do domínio do grupo dão conta de que elas eram obrigadas a se casarem com os jihadistas. Além disso, os abusos sexuais eram frequentes. Contudo, ainda não se sabe oficialmente se as 19 mulheres executadas são de origem Yazidi.

Um representante do Partido Democrático Curdo de Mosul informou ao periódico "Notícias do Iraque" que as mulheres foram assassinadas por terem se recusado a "participar das práticas sexuais da jihad".

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Documentos obtidos também abordam valores envolvidos nas compras de mulheres e no formato de distribuição das jovens.

A participação de jovens, seja do sexo masculino ou feminino, tem ganho maior representatividade dentro das ações de barbárie do EI. Nessa semana, um novo vídeo brutal foi divulgado onde uma criança aparece executando um espião.

 

  #Terrorismo