Natalia, uma jovem colombiana de 15 anos, pode ter sido assassinada pelo seu amigo “virtual”, depois de falar horas com o menino no Facebook. Os pais da menina deram falta dela no dia 26 de julho, mas só no dia 30 do mesmo mês foi possível encontrar o corpo da jovem, ao lado do menino que a teria matado primeiro e se suicidado depois.

Em suas longas conversas, os jovens falavam sobre o papo das depressões, sendo que Natalia o aconselhava muitas vezes. A jovem disse aos pais que iria encontrar com uma amiga, mas nunca mais voltou.

A matéria está chocando toda a Colômbia, que tem tentado legislar várias leis que ajudem os pais dos menores a acessarem mais facilmente às redes sociais e e-mails dos filhos. Porém, essa lei não foi suficiente para impedir essa tragédia.

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Uma menina colombiana foi encontrar com o seu amigo virtual, depois de terem trocado um papo durante várias horas no Facebook. O menino sofreria de sérios problemas de depressão e teria aproveitado da bondade da menina.

Segundo o “El Pais”, os dois corpos foram encontrados em um hotel do bairro María Paz e a identidade dos meninos já foi confirmada pelas autoridades locais. No primeiro diagnóstico não se verificaram sinais claros de maus tratos ou abusos sexuais, porém, uma substância duvidosa estaria junto dos corpos. O departamento de Medicina Legal da Colômbia está analisando os cadáveres, tentando assim chegar a conclusões sobre o que de fato se passou.

Os pais da jovem Natalia confessaram aos jornalistas que a sua filha não estaria muito tempo ao computador, só costumava usar o seu celular com acesso à #Internet, pelo que esta “relação” com Fernán, menino de 22 anos, era desconhecida.

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Eles afirmaram que Natalia saiu de casa para supostamente se encontrar com uma amiga, mas afinal se tratava do seu futuro homicida, com graves problemas psicológicos e que a terá matado usando veneno. A menina foi de encontro ao desconhecido e caminhou para a sua morte, algo que os colombianos querem evitar ao máximo, alertando os jovens para o risco das redes sociais. #Casos de polícia