Nesta sexta-feira, 11 de setembro, após, precisamente, 14 anos do maior atentado terrorista da história, ocorrido nos Estados Unidos em 2001, a organização terrorista “Al-Qaeda” quis marcar a data com o anúncio de uma declaração de guerra ao Estado Islâmico.

Segundo a imprensa internacional, o líder da “Al-Qaeda”, Ayman al-Zawahiri, não sente que seu grupo está sendo respeitado pelo Estado Islâmico, atualmente o maior grupo terrorista do mundo, e nem que as vontades dos muçulmanos estão sendo ouvidas.

Por isso mesmo, o sucessor de Bin Laden quer iniciar um ataque contra esse grupo terrorista, que tem lançado o terror na Síria, e em outros países, nesses últimos anos, o que poderá resultar numa grande guerra entre as duas das maiores organizações terroristas do planeta.

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O anúncio de hoje, de um possível conflito entre a “Al-Qaeda” e o Estado Islâmico, está preocupando todo o mundo, que não tem sequer noção do armamento nuclear que ambas as organizações têm disponíveis nesse momento.

As causas dessa "nova guerra" ainda não são bem entendidas, mas o desentendimento entre esses dois grupos têm crescido muito nos últimos anos, sobretudo, porque os dois líderes não conseguem ter uma relação cordial. O líder da “Al-Qaeda” acusa o grupo rival de não ter respeitado seus líderes e, muito menos, respeitado as vontades e as crenças de milhões de muçulmanos.

Por conta disso, na data que assinala o 14º aniversário do 11 de setembro, o responsável por esses ataques na época, o grupo “Al-Qaeda”, decidiu causar novamente pânico mundial ao anunciar uma guerra, como afirma hoje o jornal inglês “The Mirror”.

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Diante de um contexto de crise, no qual a Europa recebe milhões de refugiados da guerra na Síria, provocada pelo Estado Islâmico, esse novo conflito, que poderá mesmo ser considerado um dos maiores da história, pode mudar o mundo para sempre, causando milhões de mortes de inocentes e levando a continentes, como a Europa e a América, milhões de pessoas desesperadas, tal como aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial. #Violência #Blasting News Brasil #Guerra Civil