Angela Merkel e a Alemanha querem reparar seus erros do passado. Para isso, uma das grandes líderes europeias pretende receber mais de oitocentos mil refugiados esse ano - algo muito semelhante ao que aconteceu na Segunda Guerra Mundial, quando muitos alemães e judeus fugiram da guerra. Ao contrário de outros líderes europeus, que estão fazendo de tudo para fechar as fronteiras para os refugiados. Angela Merkel, que antes era conhecida por ser uma mulher muito fria, pretende ajudar quem mais precisa a entrar na Alemanha, tentando assim lhes dar as mínimas condições de vida para os refugiados.

Segundo o G1, o que está se passando no Estado Islâmico nesse momento é muito semelhante ao que aconteceu na Alemanha, na Segunda Guerra Mundial, porém, dessa vez, os alemães pretendem ser aqueles que ajudam as vítimas dessa guerra que está se passando na Síria, em que tantas vidas inocentes estão sendo encerradas.

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Segundo dados da Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), até o final de 2014, onze milhões e setecentas mil pessoas haviam sido deslocadas pela guerra.

Ao contrário do que se estava à espera e contra o que a maioria dos países quer nesse momento, a Alemanha quer receber e ajudar o máximo possível de refugiados. Para isso, e evitando o que está ocorrendo nesse momento na Hungria, Angela Merkel pretende que todos os países europeus trabalhem em conjunto e se organizem para receberem o máximo possível de pessoas refugiadas. Quanto maior for seu país, mais refugiados ele poderá receber. 

A Alemanha está pretendendo receber quase um milhão de refugiados e já são vários os grandes donativos que muitas organizações alemãs estão dando ao governo alemão, gerido por Angela Merkel. A chanceler da Alemanha já tinha dito que não aceita xenofobia e que a Alemanha iria fazer de tudo para que os direitos básicos humanos sejam cumpridos em território da União Europeia.

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O problema agora é tentar convencer os outros países, que veem os refugiados como uma grande despesa para seus estados. #Europa #Crise