Os médicos levaram mais de um ano a traçar o diagnóstico certo da doença que Rachel, de dois anos, vinha padecendo, o que terá adiado o tratamento e eliminado as hipóteses de cura. Um câncer grave foi confundido com uma má-formação da veia e tudo saiu errado desde o início. Agora, os médicos na Inglaterra garantem que não podem fazer mais nada e mandaram a menina para casa, para passar os últimos dias junto dos pais.Carinho e amor é tudo o que resta para a pequena Rachel, quando os medicamentos já perderam seu efeito. 

A luta de Rachel foi bem longa, embora ela tenha apenas dois anos. A bebê tinha somente seis semanas quando a mãe, Anamarie Salcie, encontrou um nódulo na anca da menina.

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Levou no médico e começou aí o pesadelo clínico de Rachel. Alguns exames depois, os médicos falaram de uma má-formação da veia, que podia ser tratada. E assim foi. Mas algum tempo depois, o nódulo foi crescendo e os pais notaram um inchaço. Paralelamente, Rachel perdia peso e mal dormia. Mais exames a caminho. Mas o diagnóstico se mantinha. 

Só em fevereiro de 2015, mais de um ano depois dos primeiros sintomas, é que os médicos descobriram que era câncer na anca. A quimioterapia não resolveu e na semana passada, os pais de Rachel receberam a pior das notícias. O câncer já tomou os pulmões da bebê e "não há nada a fazer", escreve o jornal Daily Mail

Os pais de Rachel, Anamarie e Florin, estão arrasados e lamentam que o diagnóstico tenha sido tão demorado assim. Eles nunca desistiram da bebê e mesmo agora quando a esperança se apagou, continuam elogiando o trabalho dos médicos e enfermeiras que acompanharam sua bebê ao longo de todos esses meses.

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"Foram sempre amáveis e prestáveis", contou Anamarie. Apesar da simpatia dos clínicos, a mãe de Rachel espera que os profissionais tenham aprendido alguma coisa com o caso de Rachel e que não volte acontecer com mais bebê nenhum. 

Com o câncer avançando pelos órgãos de Rachel, os médicos dizem que a pequena só terá umas duas semanas de vida e aconselharam os pais a levarem para casa e fazer ela se sentir "confortável". Mais tratamento implicaria mais dor e sofrimento para Rachel. Os pais optaram por dar amor no lugar de remédios#Europa #Blasting News Brasil #sistema de saúde