Um fato que correu o mundo em meio à recente crise humanitária, foi a proposta do bilionário egípcio Naguib Sawiris de comprar uma ilha para abrigar os #Refugiados, fugidos principalmente da guerra, como sírios, iraquianos, afegãos, paquistaneses, nigerianos, entre outros. Se a empreitada for concretizada, uma espécie de país independente seria criado, e já tem até nome: "Ilha Aylan". 

Segundo a rede de televisão americana CNN, Naguib já teria manifestado aos proprietários de duas ilhas gregas o interesse em adquiri-las. Alguns classificaram a ideia como ridícula, mas outros sinalizaram apoio e até interesse em contribuir.

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Ele espera conseguir mais doações para o projeto, $100 milhões de dólares, conseguidos através da criação de uma sociedade anônima, dessa forma : "Qualquer um que vai doar terá participação na empresa, tornando-se um parceiro na ilha e no projeto", disse ele. "Assim, todo o dinheiro empregado não será completamente perdido, como o ativo (a ilha) permanecerá", acrescentou.

Sawiris, é presidente-executivo do grupo de telecomunicações Orascon TMT, tem um patrimônio líquido de cerca de US$ 3 bilhões, sendo um dos empresários mais conhecidos do Egito, além de fundador de um partido político. Vindo de família de empresários, seu irmão, Nassef tem uma das mais valiosas empresas de capital aberto do Egito, a Orascon Construction Industries.

A foto do menino sírio encontrado morto numa praia da Turquia, teria sido como um "despertar" para o Naguib, que disse que não poderia ficar sentado sem fazer nada.

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E em seguida veio a notícia que surpreendeu a todos, "um refúgio" para o civis fugidos. A ideia que de nesse lugar, se construir um porto para as embarcações atracarem lá, as pessoas seriam empregadas para construir suas próprias casas, escolas, um hospital, enfim uma "cidade", que abrigaria de 100.000 à 200.000 refugiados.

Naguib, agora busca autorização do governo grego para seguir adiante com seu projeto. Numa Europa preocupada e desconfiada com o fluxo migratório gigantesco, a ideia do empresário viria a calhar. #Internet #Crise migratória