A diretora gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, afirmou que ira dar apoio a #China neste processo de transição de sua economia.

Lagarde disse ainda que o FMI previa um crescimento global enfraquecido diante da economia, mas que, no entanto, essa queda será ainda maior, com a menor participação chinesa na economia global, assim, comprometendo a 'expansão asiática' ainda mais, já que a moeda yuan vem se desvalorizando, como anunciaram alguns bancos chineses, como, por exemplo, o Banco do Povo da China e o BC Chinês.

Nesta terça-feira, dia 1, a China anunciou uma queda na produção industrial. Horas depois, a bolsa de Xangai fechou em baixa.

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As economias emergentes devem ficar atentas a situação econômica na China. Em agosto, a produção caiu para 47,3 pontos, já vindo de uma queda de seis meses consecutivos. Trata-se da maior queda desde o ano de 2009, como informa a Agência de Notícias Oficial chinesa Xinhua.

A China é a segunda maior economia mundial e países emergentes, como Brasil e Indonésia, foram atingidos pelo enfraquecimento dos chineses. Lagarde disse que a queda do crescimento chinês já era esperada pelo FMI, e não foi uma queda brusca, acrescentou.

Em conferência na capital da Indonésia, Lagarde disse: "Estamos certamente falando com as autoridades chinesas sobre sua transição para uma economia mais orientada pelo mercado, a internacionalização de sua moeda e os vários componentes que devem acompanhar esse princípio. Trata-se de um processo que é claramente uma transição, que era aguardado, pedido por muitos observadores econômicos, analistas, parceiros e outros países ao redor do mundo".

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A diretora completou elogiando a política cambial da Indonésia: "No que diz respeito às variações da taxa de câmbio, o Banco da Indonésia está fazendo um trabalho bastante estável, bastante sólido, bastante previsível, ao permitir que a moeda flutue e absorva choques exógenos, que todas as economias emergentes e várias outras do mundo estão enfrentando". #Finança #Crise econômica