A decisão do governo húngaro de disparar contra as famílias foi confirmada no Parlamento. Segundo informa o site “TVI24”, a Hungria decidiu ontem, dia 21 de setembro, enviar seu exército para disparar contra todos os refugiados que se encontram nas fronteiras para a Sérvia e Croácia. Sempre que os militares se sintam ameaçados ou haja perigo de fuga, eles podem agora disparar balas de borracha ou mesmo gás lacrimogêneo, mesmo que isso signifique atingir uma criança indefesa.

A #Europa como conhecemos parece estar sumindo. Depois da Alemanha ter decidido que suas fronteiras vão ser parcialmente fechadas para a entrada de refugiados, agora a notícia de que as autoridades húngaras estão autorizadas a disparar e ferir os refugiados da Síria está chocando o mundo.

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Agora, todos os que estão nas fronteiras da Hungria, vindos da Sérvia ou Croácia estão sujeitos a situações de guerra, comparados ao que acontece diariamente em Guantánamo, como um refugiado afirmou recentemente a imprensa internacional.

Segundo a agência mundial “Reuteurs”, o governo húngaro quer com essa aprovação mais controle em suas fronteiras, sendo que os militares apenas podem disparar as balas de borracha contra os refugiados sempre que não haja perigo mortal para essas pessoas. No Parlamento húngaro, os políticos que aprovaram essa medida radical não querem mortes, mas sim as garantias necessárias que mais nenhum refugiado entre em seu território.

Como afirma o site “TVI24”, parece que nem as grades colocadas em todas as fronteiras da Hungria são necessárias para travar os milhões de refugiados que queriam usar esse país para continuar seu percurso para a Europa, algo que desde o início a Hungria não permitiu, contra a vontade da União Europeia, que sempre tenta defender os direitos humanos.

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Com essa decisão tomada, a Hungria está sendo colocada na lista negra da Europa, que não concorda que nenhum ser humano possa ser tratado de uma forma violenta, apenas porque está fugindo da guerra. Diariamente estão ocorrendo situações de violência extrema nas fronteiras e parece agora que essa situação só vai se agravar com o tempo. #Crise #Violência