Mais da metade das pessoas do mundo ainda não tem acesso à #Internet, segundo estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas.

Diante do relatório, reproduzido pelo portal G1, pode-se notar que as economias mais desenvolvidas do planeta estão desacelerando os seus acessos diários. O estudo também pontua que 48 dos países mais pobres têm sua estrutura física e/ou digital para alguma forma de conexão à rede mundial de computadores praticamente inexistente ou deficiente.

O crescimento estimado para o ano de 2015 dever ficar em torno de 8,1%, em relação ao ano passado é constatado o decréscimo de acessos com a marca de 8,6% naquele ano.Nas últimas décadas, este item vinha sempre batendo a marca dos dois dígitos de crescimento, mudando a "curva" em 2012.

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Comissão criada pela Unesco e a União Internacional de Telecomunicações atesta que será improvável alcançar a marca de quatro bilhões de internautas antes do fim da década, em contrapartida a rede social Facebook tem seu crescimento de perfis criados mais acelerado, numa relação inversamente proporcional ao crescimento de usuários da internet.

O relatório diz ainda que um dos motivos para que 57% da população mundial ainda não tenha a possibilidade de ter acesso à rede é o custo de mobilização da infraestrutura essencial para instalação de suporte de última geração colocando à disposição de novos usuários em áreas remotas ou rurais, levantando em conta também a desaceleração de compras de novos dispositivos móveis (celulares) mundialmente.

A ONU faz uma reavaliação e já analisa que expectativa de 60% de usuários online na internet até 2020, deve ficar abaixo dessa previsão, já que nesse ano de estima-se que aproximadamente 3,2 bilhões de pessoas terão acesso de alguma maneira à rede, enquanto no ano anterior foi confirmada massa de internautas de 2,9 bilhões, representando apenas 43,4% da população mundial atual.

Outros dados relatados pelo relatório foi a disposição de acessos por gênero em que as mulheres nos países mais desenvolvidos tem 25% menos acesso à internet que o sexo masculino, se confirmando em países africanos ampliando essa diferença para 50% de mulheres fora da internet.

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#Curiosidades #Comportamento