Um caso que está chocando as autoridades de Portugal. Uma mulher foi forçada a andar pelada na própria casa e de coleira no pescoço por muito tempo. O agressor é o marido, um homem de 61 anos, que ainda violentou e cortou a esposa com uma faca. Foram os vizinhos, no Seixal, em Lisboa, que deram o alerta para a polícia mas quando os agentes chegaram na casa do casal, o homem conseguiu fugir e escapar dos policiais.

O pesadelo da mulher terminou na última quinta-feira, dia 10 de setembro. A mulher continua internada mas recuperando bem, no Hospital de Almada, em Portugal. 

Os policiais entraram na casa e libertaram a mulher mas o agressor conseguiu fugir.

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Mais tarde, já no sábado, ele se entregou na delegacia da polícia, junto do filho advogado. 

O homem se chama Muhamed Abdulah, nome islamista que adotou agora quando se converteu ao Estado Islâmico, contou o filho aos policiais. Com 61 anos e pintor de profissão, o homem estava integrando uma seita religiosa por mais de um ano. A ela se converteu e foi aí que começou maltratando sua esposa. 

#Violência doméstica e humilhação são as acusações que fica enfrentando agora. Ele até deixava a mulher ficar saindo de casa mas depois tratava ela "que nem uma cadela" contaram os vizinhos, na imprensa portuguesa. Obrigava ela a usar uma coleira, a andar de quatro e pelada pela casa e ainda batia e chingava ela o tempo todo. 

Quando os policiais encontraram e assistiram a mulher, ela estava passando muito mal e sangrava muito.

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No hospital Garcia da Horta, em Almada, bem perto de Lisboa, os médicos denunciaram os maus tratos prolongados. A mulher sangrava da vagina, que o marido ficava cortando com uma pequena faca. 

O filho forçou o pai a se entregar para a polícia. Juntos foram na esquadra e o filho que é advogado contou que o pai foi ficando perturbado, por culpa dessa nova #Religião e por fazer parte de uma seita, no Miratejo. Informado pela polícia, o Ministério Público português ordenou detenção imediata para esse homem, que ficará preso até ser julgado em Tribunal.  #Europa