Petra László era uma repórter da emissora de TV nacionalista da Hungria N1TV. Hoje ela realizaria somente mais uma reportagem se não tivesse sido flagrada por um repórter alemão no momento em que chutava um homem já de idade avançada com uma criança. O homem e a criança eram refugiados em busca de abrigo.

O jornal britânico The Guardian acrescentou ainda que Petra László havia chutado duas crianças e aplicado uma rasteira ao homem com uma criança no colo, mesmo que aparece nas fotos que tem corrido o mundo. O fato ocorreu na Hungria, na cidade de Rőszke, que fica próxima à fronteira com a Sérvia.

Foi Stephan Richter, da TV da Alemanha RTL que flagrou Petra cometendo o abuso aos direitos humanos e publicou o vídeo em sua conta do Twitter.

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Em pouco tempo as imagens correram a imprensa de dezenas de países, especialmente na #Europa, onde a #Crise imigratória é crescente a cada dia.

A emissora de TV N1TV, divulgou através de uma nota oficial em seu site que a conduta de Petra era inaceitável e que a mesma havia sido demitida após terem conhecimento do chocante fato.

O vídeo abaixo mostra quando Petra derruba o homem com a criança e chuta outras pessoas, que corriam desesperadas para tentar um lugar seguro longe da guerra e da fome, enquanto tentavam fugir dos oficiais armados encarregados de barrar a entrada dos mesmos na fronteira.

Semana passada, a Alemanha autorizou a entrada em seu país de demais de dez mil refugiados que estavam fugindo da guerra. Na mesma semana, o mundo ficou chocado com um triste e real retrato da situação dos refugiados em todo o mundo.

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Um menino de três anos de idade foi encontrado morto em uma praia turca.

Pouco depois, soubesse que ele era o pequeno sírio Aylan, e que estava na companhia do irmão de cinco anos de idade e dos pais que fugiam da guerra pelo mar em um bote com dezessete pessoas. O bote virou e ele, seu irmão e sua mãe morreram afogados. O pai da criança, Abdullah, se tornou símbolo do sofrimento dos refugiados e desistiu de conseguir abrigo no Canadá, para onde ia, ou para outro país, pois não vê mais motivos para lutar e fugir agora que perdeu tudo o que tinha. #Comportamento