Nesta terça-feira, 8, o mundo conheceu imagens chocantes que geraram revolta e indignação de pessoas em diversos países e também da imprensa mundial. Se trata da atitude da repórter cinematográfica húngara, Petra László, que chutou refugiados na fronteira com a Sérvia e deu uma rasteira em um homem que corria com uma criança no colo e uma sacola com os poucos pertences que pode pegar antes de fugir da guerra.

A imprensa mundial tem colocado o ato em destaque e o mesmo foi repudiado em todo o mundo. Petra László foi demitida da emissora em que trabalhava, a TV húngara N1TV, que divulgou uma nota oficial em seu site repudiando a atitude, descrevendo-a como inaceitável e afirmando que Petra fora demitida após terem o conhecimento dos terríveis fatos.

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A cena surge justamente em um momento que a Europa e países de outros continentes tentam colaborar de alguma forma para ajudar os refugiados de zonas de guerra e da fome, maioria de países árabes e da África. Durante o ato, centenas de pessoas corriam da polícia Húngara, quando um homem, aparentando ter idade avançada, passa correndo com uma criança no colo e Petra coloca sua perna na frente do homem fazendo-o cair. Pouco depois, ela chuta outras pessoas em meio à multidão.

Na última semana, Angela Merkel tentou colaborar concedendo refúgio na Alemanha há mais de dez mil desabrigados pela guerra criada por grupos terroristas como Estado Islâmico e Boko Haram. Ela também sugeriu que os países da Europa revezem o acolhimento aos desabrigados, não deixando apenas um ou dois sobrecarregados com a ajuda humanitária.

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A sugestão, no entanto, sofre resistência de alguns países.

O Brasil, mesmo estando muito distante da área dos conflitos, tem concedido mais pedidos de refúgio do que países da Europa. Só em São Paulo, milhares de refugiados, a maioria da Síria e da Palestina vivem desde o ano passado, quando os grupos terroristas tomaram conta da maior parte desses territórios.

Abaixo segue o vídeo do flagrante filmado pelo repórter alemão Stephan Richter da RTL.

#Crise #Estado Islâmico