Parece notícia repetida, mas não é. Um asteroide vai passar “próximo” da Terra no tradicional dia das bruxas, e se houvesse risco à vida na Terra, dificilmente poderia se fazer algo para impedi-lo, uma vez que foi descoberto há poucos dias. "A grande abóbora", como ficou conhecido, quase passou despercebido pelos observadores do céu, e, claro, já dá margem para teorias da conspiração e do fim do mundo.

No dia 31/10, o dia que se comemora o Hallowen (festa principalmente tradicional em países de língua inglesa), quem espera ver aquelas criaturas assustadoras que estão presentes no imaginário coletivo, conhecidas como bruxas, cruzando o céu em suas famosíssimas vassouras, está muito enganado.

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Porém, os que tiverem um bom telescópio, ou  dispostos a acompanhar online, poderão avistar o TB145, o objeto celeste que promete ser o protagonista do dia. Ele dará o ar de sua presença, por volta das 15h, horário de Brasília.

O TB145 foi descoberto somente no dia 10/10, num observatório no Havaí. Com mais ou menos 400 metros de largura, o “assustador” (outro nome dado ao asteroide) é maior do que um arranha céu, e viaja numa velocidade de 125.000 Km/h, mas não representa perigo, já que, segundo a Nasa, ele passará a uma distância de 483.000 Km do planeta, maior do que a distância da Terra à Lua, sendo considerada uma boa margem de segurança, mesmo parecendo muito próximo, se tratando de longinquidades espaciais.

Mas mesmo a agência espacial americana garantindo que não há riscos, os teóricos do fim do mundo encontraram mais uma oportunidade de dar destaque as suas teorias, porque, segundo os cientistas, somente em 2027 um corpo celestial das dimensões desse voltará a estar tão próximo da atmosfera terrestre.

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Os astrônomos querem aproveitar o fenômeno para pesquisar mais sobre esses objetos.

É importante que a Nasa esteja certa, pois, caso o contrário, se instalaria o caos no mundo, uma vez que causaria uma devastação em escala continental. Entretanto, de acordo com a agência, asteroides como esses atingem a Terra a cada 100.000 anos, e o comum mesmo e só passar perto. Além do mais, os cientistas estudam formas de combater ameaças reais, com o uso de naves espaciais ou armas nucleares, por exemplo. #Curiosidades #EUA #Blasting News Brasil