Autoridades europeias em parceria com o FBI (Federal Bureau of Investigation) conseguiram impedir que grande quantidade de césio, um elemento radioativo, fosse vendido ao Estado Islâmico.

O caso ocorreu na Moldávia e as autoridades não quiseram informar a quantia exata de césio que estava prestes a cair nas mãos dos jihadistas, mas advertiu que era o suficiente para destruir várias cidades. O material teria sido oferecido por membros da antiga KBG, que, segundo a agência americana de notícias AP (Associated Press), é prática comum que esses indivíduos que foram da KBG tenham sob o seu poder elementos radioativos para fazer venda no mercado negro.

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Daí que surge a inspiração para muitos seriados policiais americanos onde membros da KGB ajudam terroristas dentro do território americano.

Embora só tenha sido divulgada agora, a interceptação ocorreu em fevereiro, mas outras quatro tentativas já foram registradas nos últimos cinco anos. O assunto ganhou destaque por conta das revelações recentes feitas pelo jornalista e ex-politico, Jurgen Todenhofer, que lançou um livro contando sua experiência de sobrevivência após dez dias com o #Estado Islâmico. Na obra Inside IS — Ten Days In The Islamic State, ou em tradução livre “Dentro do EI – Dez dias no Estado Islâmico”; que é apontado como um forte candidato a se tornar um Best Seller; Jurgen conta que o EI revelou ter planos de fazer um ataque nuclear de grandes proporções a fim de fazer a “maior limpeza religiosa” que o mundo já viu.

Uma das autoridades envolvidas no caso, Constantin Malic, declarou que esperam por casos parecidos em um futuro não muito distante.

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Afinal, o Estado Islâmico tem ganhado cada vez mais forças e já dominou metade do Iraque e da Síria, sendo um dos principais culpados pela crise migratória na Europa, seguido do Boko Haram e grupos radicais de menor expressividade, mas com atos, ideais e desejos semelhantes aos jihadistas do EI.

Apesar das autoridades terem impedido essa ação, a polícia da Moldávia fez uma revelação assustadora: não sabem se o elemento já havia sido comercializado em oportunidades anteriores, tão pouco qual a quantidade de césio estaria sob o poder dos terroristas árabes. #Terrorismo #Guerra Civil