A Casa Branca aprovou por conta dos votos da maioria um projeto de lei que levantaria 40 anos de proibição de exportação de petróleo bruto dos #EUA. Essa atitude levantou muitas críticas que dizem que isso afetaria a criação de emprego e segurança nacional no país americano. 

A Câmara aprovou o projeto de lei bipartidária sobre um voto 261-159. Todavia, a Casa Branca ameaçou anular o projeto de lei que deve realizar o seu caminho até a mesa do presidente, julgando desnecessário e declarando que a decisão cabe somente ao secretário de Comércio.

A proibição de exportação foi assinado em lei pelo presidente Gerald Ford em 1975, em resposta ao embargo do petróleo pela "Organização dos Países Exportadores de Petróleo" das nações árabes contra os EUA para o seu apoio de Israel em 1973 diante da guerra árabe-israelense.

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Mas os defensores da revogação dizem que a política está neste momento ultrapassada e para revogar a lei muitas ofertas de empregos nos EUA seriam renunciadas. De acordo com um comunicado, o crescimento de energia da América tem o potencial de redefinir a base econômica e melhorar a posição dos EUA ao redor do mundo.

Enquanto isso, os opositores dizem que a lei só beneficiaria as empresas petrolíferas. Segundo o deputado Kathy Castor, este projeto é uma dádiva inescrupulosa para grandes empresas de petróleo em detrimento dos consumidores americanos. Vendendo o petróleo americano para os mercados estrangeiros, o resultado seria preços mais elevados do gás na bomba e acabará por beneficiar a China e outros rivais econômicos, relata Castor. 

A representante dos Estados Unidos, Jan Schakowsky, D-Ill, que pertence ao Partido Democrata, declara que a lei é desnecessária, desde que os EUA persistam na importação de milhões de barris de petróleo por dia.

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De acordo com a visão dela, cada barril exportado por este projeto de lei terá de ser substituído por um barril de petróleo importado. 

Todavia, os defensores da revogação da lei dizem que caso o embargo seja levantado, aliados dos EUA podem ser menos propensos a confiar na Rússia e depois até mesmo no Irã por suas necessidades de petróleo, o que teria importantes benefícios de segurança nacional para os EUA. #Gasolina #Crise econômica