As constantes guerras no Oriente Médio estão fazendo muitas famílias pediram por socorro e chegarem ao ponto de sair de seus países. Ao todo, são mais de 438 mil refugiados ate o final do mês de julho. A Alemanha é um dos destinos mais procurados pelas famílias refugiadas que tiveram que abandonar tudo por conta das guerras civis. Como eles chegam até o continente europeu?

Muitas da famílias usam a rota do mar mediterrâneo que na lógica seria o mais rápido, mas na prática isso não funciona. Muitas vezes os barcos que vêm com os refugiados normalmente naufragam antes de chegar na costa do país. Os índices de mortes são altos quando falamos dessa travessia.

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Outras famílias optam pelas fronteiras do leste.

Os últimos dados levantados pela Organização Internacional de Migração (OIM) estima que mais de 350 mil imigrantes tenham sido registrados nas fronteiras de países europeus entre janeiro e agosto de 2015, comparados com os 280 mil do ano todo de 2015. Esses números podem ser ainda maiores. Mas por que tantos refugiados optam por sair dos seus países de origem?

A Síria é um país que convive com constantes guerras desde de 2011. As guerras são conseqüências dos inúmeros protestos democráticos da sociedade que luta pela saída do ditador Bashar Al Assad, que está no poder há 13 anos. O Estado Islâmico (EI) também colabora com as guerras no país. Essa organização tem como alvo conseguir mais território e recrutar mais pessoas, principalmente jovens.

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Já esta constatado que alguns países da Europa têm pessoas infiltradas na organização para recrutar mais pessoas.

Recentemente, a Croácia fechou a fronteira com a Sérvia impedindo a passagem dos refugiados. Ao todo, foram 3 mil famílias que tiveram que ficar na lama e no frio por conta do fechamento da fronteira. Só a noite que o país teve que abrir suas portas pois a situação era precária e não tinha como as famílias passar ou dormir na lama e no frio. Acredita-se que até o final do ano ainda virão mais famílias fugindo de guerras dentro dos seus países. #Crise migratória #Guerra Civil