Quatro jovens holandeses foram hoje oficialmente banidos de qualquer jogo oficial da Federação Holandesa de Futebol, depois de eles terem sido considerados culpados na morte violenta do árbitro, Richard Nieuwenhuizen. Como garante a imprensa internacional, os adolescentes já estão cumprindo pena de prisão pelo homicídio do juiz, mas só agora a Federação Holandesa sancionou os garotos com a pena máxima disponível, ou seja, eles nunca mais em suas vidas vão poder jogar futebol oficial em território holandês.

Foi no final de 2012 que um dos episódios mais tristes do futebol de formação nesse mundo aconteceu na Holanda. Quatro jovens não gostaram das decisões do juiz da partida, Richard Nieuwenhuizen, esperando assim que ele saísse do estádio para agredirem ele até a morte com golpes profundos em sua cabeça e tronco.

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As autoridades, quando chegaram ao local, tentaram assistir a vítima, que ainda estava dando sinais de vida, mas poucos dias depois, o juiz não aguentou os graves ferimentos, acabando por morrer no hospital.

Como informa a imprensa internacional, a justiça, passados poucos meses depois do homicídio macabro ao juiz, que nem sequer conseguiu se defender, puniu os quatro criminosos com dois anos de prisão, pois a defesa de Richard Nieuwenhuizen nunca conseguiu provar em tribunal a intenção desses garotos em matar o juiz, sendo que a decisão final do tribunal holandês foi que as agressões não tinham como objetivo retirar a vida do pobre árbitro.

Contudo, ao contrário da rapidez da justiça holandesa, só agora a Federação Holandesa, que vê esse incidente como o mais grave das últimas décadas, principalmente nos times de formação, também quis dar o exemplo para o futuro, optando por banir para sempre esses quatro jovens, que saíram recentemente da prisão.

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Ainda assim, o incidente atormenta milhões de holandeses que não conseguem entender como um grupo de jovens entre os 15 e os 17 anos pode cometer uma atrocidade dessas só porque não concordaram com algum tipo de decisão de um juiz. #Europa #Crime #Investigação Criminal