Um imigrante português matou sua mulher com um tiro na cabeça, cumprindo assim o desejo dela em morrer em Portugal. Segundo informa a imprensa internacional, o alegado criminoso teria imediatamente fugido para França, onde mora há muito anos, tentando se suicidar pouco tempo depois de ter cometido o #Crime. Depois da tentativa de suicídio falhada, o imigrante português foi para o hospital onde foi tratado, mas também questionado pelas autoridades locais. Rapidamente o homem confessou o crime e todos seus contornos.

Gracinda Caria, uma senhora de 67 anos, tinha confessado várias vezes ao seu marido, casada com ele há mais de 20 anos, que ela pretendia morrer na sua terra natal, cumprindo assim um sonho de criança.

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Porém, o imigrante português, que não tinha esses planos, pretendia voltar o mais rapidamente possível para França, país que os acolheu durante vários anos. Manuel Pina, completamente consciente dos seus atos, teria então matado sua mulher, para que ela pudesse cumprir com seu desejo.

Após o crime, como afirma a imprensa internacional, o imigrante de 70 anos fugiu para França, onde lá tentou se suicidar, quando ele já estava sendo procurado através de mandados de captura internacionais, pois era quase evidente que só ele poderia ser o homicida, depois de ele ter abandonado dessa forma sua esposa. Três dias depois do crime, Manuel Pina aparece no hospital muito fragilizado e com a presença dos policiais confessa o crime e como matou com o tiro na cabeça a sua mulher.

Foi graças a uma vizinha do casal que as autoridades portuguesas conseguiram encontrar o corpo de Gracinda Caria, que esteve durante dois dias deitada no chão de sua casa.

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Ao princípio parecia que seria apenas uma morte natural, mas com a chegada das autoridades rapidamente se percebeu que se tratava de um assassinato. Nesse momento, o imigrante português continua hospitalizado mas também sob custódia, aguardando assim o julgamento para quando estiver recuperado. O local desse julgamento ainda é desconhecido visto que o crime foi em Portugal, mas o homem foi detido e ainda vive em França. #Europa #Casos de polícia