Jorge Eliecer Julio Ramírez tinha cinquenta e dois anos e cumpria pena em uma prisão na cidade de Pelaya, na Colômbia, quando sofreu um ataque cardíaco e foi encaminhado pelos agentes penitenciários para atendimento médico em uma instituição local.

Após ser examinado pela equipe médica, Jorge foi declarado como morto e seus familiares encaminharam os procedimentos para o velório e enterro do corpo.

O presidiário estava sendo velado e, como de praxe, foram feitas orações de despedida. Após as orações houve o fechamento do caixão e familiares estavam preparando-se para levá-lo ao cemitério para enterrá-lo. Porém, antes que o fizessem, algo inusitado aconteceu.

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Ainda desnorteado e confuso, Jorge abriu os olhos, empurrou a tampa do caixão para cima e se levantou, amedrontando as pessoas que estavam presentes no local. Ainda sem saber o que estava acontecendo, ele saiu do caixão e se sentou.

Os amigos e familiares ficaram assustados com a cena e um pequeno tumulto começou no local. Acreditando em um milagre, alguns acolheram Jorge e se aproximaram dele, que chorava sentado em uma cadeira de balanço, enquanto outros desmaiavam e fugiam amedrontados.

O fato causou grande polêmica na região e muitas histórias controversas.

Passado o susto, muitas pessoas acreditam que o que aconteceu foi um milagre, enquanto outros alegam que Jorge teria forjado a própria morte para fugir da prisão.

Porém, segundo informações, uma perita que acompanhou o caso e assinou o relatório de morte de Jorge afirmou que seria impossível que ele tivesse forjado sua morte, pois nenhuma pessoa conseguiria simular um ataque cardíaco e ficar em torno de 8 a 10 minutos sem respirar.

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Sendo milagre ou não, a história acabou com um final infeliz. Pouco tempo depois de ter ressuscitado, Jorge acabou falecendo "novamente".

Esses tipos de casos macabros raramente acontecem no mundo todo mas, quando acontecem, ganham repercussão mundial, como foi o caso do falecido Jorge.

As informações foram divulgadas pelo Jornal A Republica, da Colômbia. #Curiosidades