A revolução no jornalismo está acontecendo à frente de nossos olhos. Em um trabalho de investigação feito por um site português “Dinheiro Vivo”, um imigrante de Portugal, que está vivendo em Nova Iorque e trabalha como investigador na área de mídia, confessa que dentro de muito pouco tempo drones, realidade virtual (3D) e sensores que captam dados vão fazer parte do jornalismo mundial. A ideia é aproximar ainda mais as pessoas dos acontecimentos que marcam a agenda noticiosa todos os dias e claro também ajudar os jornalistas a fazer melhor o seu trabalho, correndo menos riscos.

Neste momento liderando uma enorme investigação na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Francesco Marconi, juntamente com uma vasta equipe, estão iniciando aquilo que eles prometem ser uma revolução no jornalismo, que terá efeitos já a partir do ano de 2020.

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“Sim, a revolução já começou, eu sei que parece um cenário futurista, mas tudo indica que já no ano de 2020 os drones e o uso do 3D sejam uma realidade bem presente no jornalismo e nas casas das pessoas. Será como agora os smartphones, tudo muito natural”, revelou o investigador ao site português “Dinheiro Vivo”.

Na verdade, Francesco Marconi acredita que agora as pessoas se vão interessar muito mais pelo jornalismo, pois elas também vão entrar em ação, vão deixar de ser apenas espetadores passivos. “O receptor se vai sentir dentro da notícia, quase como em um golpe de mágica, conseguindo dessa forma compreender muito mais facilmente o seu conteúdo. A Associated Press vai começar com seus testes em 3D já nesse ano. A proximidade das notícias com as pessoas, vai fazer com elas se apaixonem pela informação”, confessou Francesco Marconi muito otimista.

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Apesar de utilização dos drones já ser recorrente, sobretudo em cenários de guerra, esses instrumentos prometem facilitar o trabalho dos profissionais do jornalismo, fazendo com que eles não tenham de correr tantos riscos para cobrir uma matéria de guerra, que normalmente é extremamente perigosa para esses profissionais, que vivem com a missão de informar seu público, nem que para isso corram risco de vida. Por isso mesmo, e ao contrário do que muitos críticos afirmam, Francesco Marconi e sua equipe garantem que o jornalismo está longe de estar morto e com esses avanços ele vai apaixonar todo o mundo, incluindo aqueles que acham a informação aborrecida. #Inovação #Comunicação