Um imigrante português começou sem julgamento em Valladolid por ter estuprado uma cidadã espanhola, quando ela estava saindo de um espaço noturno e se dirigindo para sua casa. Segundo informa a imprensa internacional, o caso já tem mais de um ano, mas só agora o julgamento se vai concretizar, naquele que foi um #Crime de uma verdadeira humilhação para sua vítima. A investigação afirma que o português teria dito à mulher que apenas queria falar com ela, arrastando-a para uma zona isolada, para  estuprá-la, roubá-la e ainda deixar sua vítima sem roupa para regressar para casa.

Em mais um caso de violência envolvendo imigrantes na Europa, o português começou sua defesa contra a acusação do Ministério Público espanhol, que pretende que ele cumpra uma pena de 14 anos, por seus crimes horrendos contra uma mulher completamente indefesa e possivelmente alcoolizada, visto que ela estava saindo de uma boate, na altura em que foi abordada pelo criminoso.

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O imigrante português apenas quer se identificar para a imprensa internacional apenas como “F.A.C.S”, uma sigla que pode muito bem ser a abreviatura do nome completo do alegado estuprador, que agora terá que se defender das fortes acusações. Esse caso tem sido matéria em muitos órgãos de comunicação por causa da verdadeira humilhação que a vítima sofreu e também pelo caricato que foi a detenção do português, que um dia depois do estupro estava se divertindo praticamente no mesmo local do crime, em bares com amigos.

Como contou a vítima às autoridades locais, depois dela ter sido estuprada, roubada e deixada sem qualquer tipo de roupa, ela contou com a preciosa ajudar de um policial que estava passando pelo local, conseguindo assim ajudá-la a regressar para casa completamente segura. Ninguém sabia a identidade do acusado, até que a vítima, um dia depois do crime, passeando pelas ruas de Valladolid com seus familiares, voltou a encontrar à sua frente o seu estuprador, conseguindo assim alertar as autoridades, que rapidamente prenderam o português.

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Agora, a luta pela justiça será feita dentro dos tribunais, em um julgamento que está atormentado os locais, que ainda estão escandalizados pelos contornos do crime. #Europa #Casos de polícia