Em um estudo aprofundado sobre os comportamentos dos imigrantes, incluindo os brasileiros, que estão vivendo na Suíça, um investigador chegou à conclusão que os portugueses comem mais carne do que é normal. Como garante a imprensa internacional, um estudo chefiado por Pedro Vidal, realizado no Centro Hospitalar Universitário de Lausanne, garante que, sobretudo os imigrantes portugueses, não conseguem controlar seus hábitos alimentares, comendo muito mais carne que os suíços, algo que causa alguma estranheza nesse país. Para esses imigrantes, diz o estudo, o fato de comeram muita carne significa riqueza e estatuto.

Quando se muda de país para trabalhar, não é só os amigos e a família que ficam para trás: também a comida tradicional causa saudade.

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Tal como acontece com os brasileiros, também os portugueses sentem falta de sua comida, contudo o estudo de Pedro Vidal garante que os portugueses tentam não mudar muito sem hábitos, porém isso é algo inevitável.

“Os portugueses tentam como em Portugal. Eles gostam muito de variar suas refeições, alternando a carne com o peixe, usando sempre muitos vegetais e comendo fruta também. Porém, os imigrantes portugueses na Suíça comem uma quantidade muito superior de carne do que é normal. Eles comem muito mais carne que os suíços”, confessa Pedro Vidal à imprensa internacional, depois de ter terminado um estudo sobre os hábitos dos imigrantes na Suíça que durou mais de um ano, na qual analisou mais de 4 mil trabalhadores portugueses nesse país.

Naturalmente, esse #Comportamento insólito do povo latino, como o brasileiro, mas sobretudo do português, faz com que os suíços estranhem um pouco esses hábitos alimentares um pouco diferentes de sua cultura de base.

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Entretanto, a conclusão final desse estudo revela que são precisamente também os latinos que variam mais as suas refeições, ao contrário dos suíços que não variam assim tanto sua comida.

O investigador promete agora continuar seus estudos acerca dos comportamentos dos imigrantes na Suíça e da qualidade de vidas deles, começando pelos acessos à saúde-informação que pode ser crucial para os brasileiros que estão pensando em trabalhar nesse país. #Europa #Crise migratória