Juliana Snow tem apenas cinco anos, mas já uma certeza: não quer nem ouvir falar de hospital. A menina sofre de uma doença neurodegenerativa incurável e quando sofre de infeção passa muito tempo internada e com sofrimento. Por esse motivo, a criança já falou para sua mãe que prefere ir para o céu a continuar sofrendo. Seus pais estão dispostos a que a menina desista de sua luta, mas os médicos se mostram contra, dizendo que essa decisão não pode ser tomada por uma criança tão pequena

A confusão está instalada nos Estados Unidos da América e todo mundo quer dar sua opinião, como avança o jornal Daily Mail. A história é bem complicada e é mesmo para deixar na dúvida.

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Que fazer? Juliana está cansada de sofrer de uma doença dolorosa e que jamais terá melhoria. E seus pais apenas desejam o melhor para sua filha. Mas, será que isso é mesmo a melhor solução? 

"Ela deixou claro que não quer voltar para o hospital", contou a mãe Michelle Moon, mostrando estar disposta a conceder o último desejo de sua filha. No entanto, são muitas as vozes que se estão mostrando contra essa decisão. Até porque, segundo o bioeticista Art Caplan, as crianças não entendem o que significa morrer até terem nove, dez anos. 

Mas os pais da pequena Juliana não estarão sozinhos na opinião de deixarem a menina morrer: Também o médico pediatra Chris Feudtner entende que as palavras da menina devem importar mais do que qualquer outras. "Ela sabe melhor que ninguém o que é sofrer com essa doença", contou o médico, acreditando que a menina está escolhendo não como quer morrer, mas como quer viver seus últimos dias antes de morrer.

Até porque os médicos de Portland já terão falado que a tendência será piorar sempre e da próxima vez, Juliana pode sofrer mais ainda do que tem sofrido das últimas vezes e pode ter pneumonia.

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Mas, uma das dúvidas que está se levantando na mídia americana é se ela sabe o que significa ir para o céu. Michelle diz que sim, que falou com ela e lhe explicou que quando ela for para o céu, vai sozinha sem os pais e sem o irmão. "Não se preocupe, Deus toma conta de mim", foi a resposta da menina que desarmou Michelle. 

E o leitor, o que faria? Acha que uma criança tão pequena deve tomar uma decisão tão importante? Deixe sua opinião mais abaixo.  #Europa #sistema de saúde #Casos de polícia