O Papa Francisco reconheceu que os escândalos que vem se repetindo estão deixando a #Igreja profundamente abalada e nesta quarta-feira (14), em Roma, ele humildemente pediu "perdão" em nome da igreja quando deu início a sua audiência semanal na Praça de São Pedro.

Ultimamente, o Vaticano vem registrando várias contestações, incluindo o anúncio do padre polonês sobre sua homossexualidade e uma carta privada que veio à publico ao ser enviada por um grupo de cardeais conservadores. Eles mandaram a carta ao pontífice em forma de protesto contra a metodologia do recente 'Sínodo' sobre a família.

"Peço perdão em nome da igreja, pelos recentes escândalos que abalaram Roma e o Vaticano. Lhes peço perdão", enfatizou Francisco. E, citando um trecho muito conhecido da bíblia, ele afirmou: 'É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem'. O Sínodo que debate assuntos da família e tem duração de três semanas é presidido pelo pontífice de 78 anos, mas foi por um momento ofuscado pelos escândalos da igreja.

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Um outro tumulto que aconteceu em 2012, o 'Vatileaks', foi lembrado na terça-feira, 13, quando a carta dos cardeais rebeldes teve seu conteúdo divulgado. Esse episódio foi revelado pelo mordomo do Papa Bento XVI, que mostrou as disputas e intrigas que vinham ocorrendo dentro da 'Cúria' e supostamente todas as fraudes cometidas pela administração vaticana.

A reunião de bispos teve início quando o padre polonês Krysztof Olaf Charamza, de 43 anos, confirmou que era homossexual e apresentou seu companheiro. De imediato, ele foi afastado de seu cargo de bispo, mas seu anúncio incendiou o debate entre conservadores e liberais a respeito da relação da igreja com pessoas do mesmo sexo.

Até mesmo o santo padre viu-se enredado no mundo político italiano este mês, após negar com veemência ter feito um convite ao prefeito de Roma, Ignazio Marino, para acompanhá-lo em sua viagem aos Estados Unidos.

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Após a renúncia de 'Marino', nesta segunda-feira, 12, muitos vieram à público dizer que as declarações do papa tiveram grande peso sobre a decisão do agora, ex-prefeito de Roma, e dizem que isso foi uma demonstração de desprezo do pontífice. #Religião #Blasting News Brasil