As forças aéreas espaciais russas realizaram, nessa sexta-feira, 14 vôos de caças Su-34, Su-24M e Su-25, na Síria, para fazer reconhecimento das áreas dominadas pelo grupo terrorista #Estado Islâmico.

Na última quinta-feira, o governo russo negou a acusação de ter bombardeado os rebeldes anti-Assad, e assim no mesmo dia, os países aliados da coligação feita pelos #EUA, temendo a violência gratuita oferecida nos ataques contra a Síria, pediram para que a Rússia se voltasse para o combate contra os grupos terroristas.

O pedido parece não ter surtido efeito, já que nas últimas 24 horas, a Rússia lançou 18 ataques aéreos contra 12 alvos do Estado Islâmico, sendo que os outros oito bombardeios levantaram a hipótese de ter sido uma retaliação contra os rebeldes anti-Assad.

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Entre os alvos, foi confirmada a eficácia no ataque contra um centro de comunicações na província de Aleppo, assim como um acampamento militante em Idlib. Foi ainda atacado um campo de treino próximo da cidade de Maadan Jadid, na província de Hama. Foi confirmado também, o bombardeio dos alvos na província de Raqqa, leste de Síria e autoproclamado território do Estado Islâmico. De acordo com as informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos foram mortos pelo menos 12 membros da organização extremista.

A estratégia russa foi duramente criticada pelo governo americano. “é uma receita para o desastre” disse o presidente Obama.

Segundo Obama, a estratégia da Rússia "não faz diferenças entre o Estado Islâmico e a oposição sunita moderada que quer a saída de Assad. Da perspectiva deles, eles são todos terroristas.

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E isso é uma receita para o desastre", o presidente ainda alegou que poderia haverá possibilidade dos governos trabalharem juntos, mas pelo visto, a tentativa foi ignorada pelos russos mais uma vez, já que a ponte entre o apoio russo ao ditador Bashar-al-Assad não foi abalada.

O presidente americano ainda disse que não há intenção de começar uma guerra civil com a Rússia, e que ambos deveriam se focar em acabar com o regime de Assad: "Isso não é um concurso de xadrez entre superpotências", afirmou Obama.

 

  #Terrorismo