Exploração, salários baixos e promessas nunca cumpridas. Em uma recolha detalhada desses últimos dois anos, tal como garante a imprensa internacional, a Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas revelou uma realidade verdadeiramente assustadora que dezenas de imigrantes enfrentam quando saem de seu país, procurando uma vida melhor para si e sua família. Ao todo foram 63, as queixas realizadas só pelos portugueses, quase todas elas por causa de uma excessiva exploração no trabalho, sobretudo verificado em países como França e Suíça.

Esse estudo recolhido pelas entidades responsáveis pelo apoio diário aos imigrantes portugueses serve também para perceber as dificuldades que milhares de imigrantes brasileiros, trabalhando na #Europa, também estão passando diariamente.

Publicidade
Publicidade

Apesar das promessas e de salários acima da média, muitas vezes os imigrantes são enganados pelas empresas que contrataram eles, mas que não querem cumprir com os contratos assinados.

Tal como garante a imprensa internacional, a França é o país que lidera com o maior número de denúncias de imigrantes que estão passando muito mal, sobretudo porque as empresas onde trabalham não respeitam eles como trabalhadores honestos e dedicados, não pagando a eles a tempo ou então explorando os imigrantes diariamente, que por vezes se sujeitam a trabalhar mais de 14 horas diárias, número que é completamente ilegal na Europa, mas que só acontece porque muitas vezes essas pessoas se sentem sozinhas ou porque pensam que ninguém pode ajudar elas.

Por isso mesmo, a Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas está assegurando que todas as denúncias sejam tratadas com muita seriedade, conseguindo que empresas que cometem esse tipo de crimes acabem por fechar em países como a Suíça e França.

Publicidade

Graças a esse apoio e trabalho incondicional, esses dois últimos anos, apesar de tudo, foram bem melhores que em 2013, sendo que em média as queixas dos imigrantes desceram cerca de 30%. Tal como os portugueses, também os imigrantes brasileiros têm o apoio dos Consulados brasileiros, que podem sempre recorrer, caso se sintam discriminados ou explorados em seus postos de trabalho na Europa. #Crise econômica #Crise migratória