A #Crise dos imigrantes está fazendo com que as mortes se acumulem na #Europa. Dessa vez, como informa a agência “Reuters”, a primeira morte na fronteira da Bulgária foi ontem, dia 15 de outubro, registada, depois de um jovem imigrante ter sido atingido na cabeça por uma bala de borracha. Segundo afirma o primeiro-ministro búlgaro, o incidente aconteceu quando cerca de 50 pessoas estavam tentando entrar no território do seu país, todos jovens imigrantes afegãos. Foi nessa altura que um policial disparou tiros de alarme, que acabaram acertando no jovem. A caminho do hospital, a vítima morreu devido aos graves ferimentos.

A crise dos imigrantes da zona de guerra na Síria está revelando como nem sempre os países europeus respeitam os direitos humanos, esse que seria um dos mais importantes pilares desse continente, que é conhecido por ser o mais justo e o mais evoluído em termos sociais.

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Em mais uma matéria aterradora, um jovem, que estava tentando lutar por seus direitos básicos de vida, juntamente com um grupo de 50 pessoas, foram alvos de diversos disparos por parte das autoridades húngaras.

Segundo afirma a imprensa internacional, eles estavam tentando forçar sua entrada na Bulgária, para assim conseguirem chegar a outros países europeus mais rapidamente, mas os policiais que estão controlam as fronteiras deram conta dessa tentativa, começando assim a disparar balas de borracha, que supostamente são considerados tiros não fatais. Porém, uma delas terá feito ricochete para a cabaça de um jovem, que morreu pouco tempo a seguir, a caminho do hospital.

Nesse momento esse incidente está sendo investigado, mas esta marcará para sempre a primeira morte de um imigrante na fronteira da Bulgária, manchando assim um pouco o país, principalmente para os restantes países europeus, que estão cada vez mais atormentados com a dura realidade que está acontecendo em países como a Hungria, Croácia e agora a Bulgária. Nos próximos dias é esperado que os grande líderes europeus comentem essa tragédia, que é mais uma página dos episódios mais negros que a Europa já enfrentou desde a Segunda Guerra Mundial.

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#Crime