Na última quinta feira, 8, um palestino morreu por disparos de forças de segurança israelenses durante problemas que ocorreram no campo de refugiados de Chuafat, na Jerusalém Oriental, as informações são da Crescente Vermelha e o Hospital de Ramallah.

Violentos confrontos levaram o palestino a ser atingido no peito, tudo começou quando forças israelenses chegaram ao acampamento para que fosse realizada a revista da casa do autor de um ataque com faca que havia ocorrido um pouco mais cedo contra um judeu. Um israelense havia sido ferido bruscamente a facadas por um palestino perto da colônia de Kiryat Arva, a leste de Hebron, na Cisjordânia.

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Este é o oitavo ataque com faca contra israelenses em epenas seis dias. Antes, uma soldada insraelense havia sofrido ao ser esfaqueada em Tel Aviv e seu agressor foi abatido a tiros, conforme a polícia e o exército informam. Não houveram divulgações sobre a identidade do atacante por parte da polícia, mas o crime foi classificado como #Terrorismo.Posteriormente, ele foi abatido por um soldado.

"Um palestino de 19 anos foi detido no campo de refugiados de Shafat, na Jerusalém Oriental anexada e ocupada por Israel.", anunciou Luba Samri, porta-voz da força policial israelense. O último israelense, foi atingido no pescoço e está em condição crítica. O criminoso fugiu, mas foi detido logo depois em uma patrulha policial na região.

"Um terrorista árabe esfaqueou um israelense, de 25 anos, perto de uma das principais avenidas de Jerusalém.

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Os policiais o prenderam", afirmou outro porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld, antes de informar que a vítima se encontra em "estado grave".

No total, quatro pessoas foram alvos de ataques com faca nesta quinta, segundo a polícia e o exército israelense. Mais tarde, um soldado israelense foi ferido com arma branca em Afula (norte).

"Um terrorista esfaqueou um israelense em Afula. A vítima foi ferida e seu estado é de moderada gravidade", indicou o exército no Twitter.

Um comunicado da polícia informou que o ferido é um soldado e descreveu o agressor como "membro de uma minoria", maneira como denomina regularmente os árabes. O surto de #Violência pelo qual estão passando no momento, lembra bastante as revoltas que ocorreram entre 1997 e 2000. A sociedade israelense teme que haja uma terceira revolta do tipo.